Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

COSMéTICAS.net

o «ESPAÇO» onde nem tudo o que parece é... música para os ouvidos !?

COSMéTICAS.net

o «ESPAÇO» onde nem tudo o que parece é... música para os ouvidos !?

I need a Hero - in «O Último F» - Autobiografia

14.12.18 | Paulo Jerónimo | comentar
    João Afonso agita com força o isqueiro branco da Bic no ar. Roda-lhe a pedra e dá faisca mas continua a não sair lume. levanta o isqueiro a altura dos olhos e verifica-lhe o nível de gás no contra-luz da rua. Encontra-se no Hall de entrada da pastelaria Nova (...)

O Facebook e as Pessoas, Que São Todas Iguais

13.12.18 | Paulo Jerónimo | comentar
    A segunda é de vez. Está decidido. O meu voto de ano novo? Iniciar 2019 desinfetado da rede social Facebook. Confesso que não é fácil, até porque já havia decidido e anunciado isto há pouco mais de um ano e fracassei, não tendo resistido à tentação e (...)

Puttana che li ha dati!

10.12.18 | Paulo Jerónimo | comentar
    A Intimissimi roubou-me 39,65€. Não me enviou a encomenda nem me devolveu o dinheiro. E ainda fui eu feito parvo gastar mais 16,00€ numa chamada para o departamento de expidição de Milão, que até me garantiu que resolveria o problema, depois da atendedora no (...)

A Mesa de Cabeceira de Um Virginiano

11.11.18 | Paulo Jerónimo | comentar
  Pensei em limpar-lhe o pó, e observo com particular atenção a minha mesa de cabeceira. Carago, que é mesmo de um virginiano. Picuinhas, perfeccionista, metódico, resumindo, um complicado. Porque saber gerir isto é complicado. Irrita-nos mesmo quando damos connosco (...)

Letras & Números divinais

02.11.17 | Paulo Jerónimo | comentar
  Tenho para mim que os portugueses lêem cada vez mais, mas sentar no metro e dar de frente com uma rapariga a ler a bíblia não deixa de ter o seu quê de admiração. Pese embora ser este o livro mais popular do mundo, o seu lugar costuma ser mais de estar (...)

Diário de Bordo (IV) - Olaias, Lisboa, outubro 2017

12.10.17 | Paulo Jerónimo | comentar
  Se a grandeza de uma cidade se medisse pela sua miséria, então, o Porto seria maior que Lisboa, e Lisboa mais miserável do que o Porto. Certo é que não existem grandes cidades nem capitais sem os seus mendigos, sem seus sem-abrigos ou pedintes. Nem sem os seus (...)