As Conversas são como as cerejas, uma leva a outra... e parece-me que os post também.

Na sequência do post anterior que publiquei, recordei-me do filme "My Girl" cujo um dos temas incluidos na banda sonora, seria a popularíssima musica com o mesmo titulo, da boys band de 5 afro-americanos os The Temptations (1969).

 

"My Girl", ou "O meu Primeiro Beijo" - titulo em Portugal (no Brasil: "O meu primeiro Amor"), balanceia entre o drama e a comédia, e desconheço se alguma vez foi editado em DVD.

Sei que o tenho em VHS, daquele tempo em que gravar bons filmes passados na TV era um hobby e em que encaderna-los com as capas originais disponibilizadas pela revista TV Guia, era um luxo! Para mim era.

 

A cena do primeiro beijo não deixará ninguém indiferente, tal como uma das cenas finais em que Vada (Howard Zieff) uma miuda obsecada pela morte e cujo pai é "cangalheiro", declama o seu poema "Weeping Willow", e nos deixa perceber a descoberta que constatara ser o seu primeiro amor - ao perder Thomas J. (Macaulay Culkin) de forma trágica. Esta é uma daquelas cenas de levar às lágrimas qualquer um que se tenha deixado envolver pela película de Howard Zieff , mesmo ao maior dos engatatões e durões machos latinos.

 

Este post pode ser lido na continuação de "Mon Dieu: O primeiro beijo e o beijo francês..."

Mais posts relacinados

por MrCosmos | link do post
Com este post (abaixo re-editado), aventurei-me pela primeira vez a opinar na blogosfera acerca de um filme, de forma muito sintetizada.
Até aqui, a ter que opinar, diria que gostava de apreciar uma boa película, mais pelos aspectos e pormenores técnicos e de produção, antes de passar a relevar o seu conteudo.
Não me considero um cinéfilo daqueles de muita hora de sofa com "calo no cu", e isto é um elogio para tais, mas, adoro cinema, e tal gosto - sei hoje - que não pode estar dissociado do facto e dos aspectos técnicos que desenvolvo no dia a dia. Ossos do ofício.
Sobre cinema, mais que ver, ler, e gostar de opinar, não pelo criticar, que tal aptidão é coisa "doutros actores" , gosto de o fazer, para aprender. São evoluções lógicas para quem frequenta os processos de produção, e passei de certa forma a querer melhor observar, para além dos aspectos e pormenores técnicos e de produção. Hoje, não me são indeferentes bons ou maus argumentos, boas ou más mensagens, evidentes ou subliminares. Hoje até podem sair daqui nas linhas de meus posts alguns disparates, riscos de quem opina. O maior desses disparates, por mim assumido previamente como tal, foi ter dito, "de raspão", que o cinema francês conheceu uma fase algo moribunda. Como castigo, desde então, praticamente pelo leitor de DVD lá da sala, só têm passado cinema francês. E o que me têm deliciado...
Em "Crimson Tide" (Tony Scott 1995), o actor secundário Denzel Washington, protagoniza um papel de um carisma tal, perante seu chefe supremo naquelas circunstâncias (Gene Hackman), que me cativaria perante o actor/realizador afro-americano enquanto fã e da forma peremptória que me viria a tornar seguidor, acompanhando de perto toda a sua carreira.
A Postura tomada por Denzel evitaria uma eminente guerra nuclear à escala mundial. O arrepiante, é que este é mais um daqueles filmes de fonte verídica, tal sucedeu mesmo, e um "Imediato" de operações num submarino americano, e consequentemente toda uma cadeia hierarquica, dividida, altamente armada e militarizada, tem de optar entre cumprir ordens superiores, ou confiar na sua consciência, e avançar com um motin perante um cenário de ignição de Gerra Nuclear por ordens superiores infundadas, no entender de vários.
Este episódio, verídico - que motiva ao espectador do filme às mais e variadas sensações entre dúvidas do certo ou errado - obrigou a Casa Branca, inclusive, a ter de rever suas politicas militares, no que toca à ordem final para disparar armas nucleares. Depois desta crise gerada num submarino americano, posto a navegar com o intuito de controlar o "descontrole" gerado pela separação e fragmentação da URSS, passou a caber ao Presidente dos EUA (até ali era decisão e ordem final do homem com cargo militar hierarquicamente elevado, no cenário de combate) a ordem expressa e clara para disparar armas nucleares.
.
Uma nota final para a banda sonora deste filme (Hans Zimmer), que influenciaria e ecoaria, por tantos e demais trabalhos e mensagens, por esses anos e mundo fora.
.
Um filme obrigatório, portanto. Reproduzo então a partir daqui e agora, o post que publiquei, numa altura em que estava na "ordem do dia", politica e mediatica, o despertar de um falso alarme de mini-crise na Georgia, bem como complemento este remake de post, com o comment deixado na altura pela grande observadora, Jornalista Patricia Santos.
.                  Segunda-feira, 11 de Agosto de 2008
. ...... "lITTLE dUCKS, tHERE´S tROUBLE iN rUSSIA"

No filme Crimson Tide - Maré Vermelha (1995),  Gene Hackman  começa por usar essa expressão que consta no tema do post, para iniciar a moralização das tropas de um submarino prestes a partir em combate.

Ainda não percebi bem qual o supremo interesse da Rússia neste episódio que está a decorrer na Georgia, com algum interesse procurarei fazelo nos próximos dias. Mas e a Europa,  acordará mais uma vez tarde para um problema que se lhe semeia nas barbas?

É por estas e por outras que volta e meia comungo da expressão God bless America.

O ambiente está criado para revisitar a  videoteca VHS lá de casa. Com as recomendacões do Mr, ide ver:

 


ficha | Crimson Tide - Maré Vermelha

 

 

MrCosmos às 12:35 link do post

 

.                 de Patrícia Santos a 12 de Agosto de 2008 às 18:10

Quanto às razões posso dar uma ajuda, porque também não percebia porquê e fui procurar a história. Com a queda da URSS a Ossétia do sul foi incorporada na Geórgia, mas com uma postura pró-russia , acabando por proclamar independência em 1992. A independência não foi reconhecida internacionalmente, mas apesar disso a região tem trabalhado num estatuto de autonomia face à Geórgia . Em 2006 fez novo referendo para suportar a declaração de independência , que não foi novamente reconhecido internacionalmente.
Recentemente a Geórgia invadiu a capital da Ossétia do Sul. A Rússia enviou tropas para o terreno, uma vez que apoia os interesses separatistas da região.
Além das motivações políticas na região temos de acrescentar a posição estratégia da Geórgia motivo pela qual é apoiada por Israel e Estados Unidos. Pela Geórgia passam oleodutos e gasodutos que podem por em causa a supremacia na Rússia no fornecimento energético.
Esta tarde já há notícias que dão conta do fim das ofensivas militares, o que é extremamente importante, pois um descontrolar do conflito numa zona daquelas poderia ter implicações graves em termos mundiais. Isto porque a Geórgia membro da NATO, entrada que foi contestada por França, Alemanha, USA, etc. , pois caso a Rússia algum dia declare guerra à Geórgia a NATO será obrigada a intervir em defesa da Geórgia.
Sim, quer dizer que é uma zona explosiva que, num cenário extremo, poderia resultar numa III Guerra Mundial...
por MrCosmos | link do post

foto perfil.jpg

pauloc.jeronimo@gmail.com

pesquisar
 
arquivos
2017:

 J F M A M J J A S O N D

2016:

 J F M A M J J A S O N D

2015:

 J F M A M J J A S O N D

2014:

 J F M A M J J A S O N D

2013:

 J F M A M J J A S O N D

2012:

 J F M A M J J A S O N D

2011:

 J F M A M J J A S O N D

2010:

 J F M A M J J A S O N D

2009:

 J F M A M J J A S O N D

Controle de invasão ET
comentários recentes
Hand ball is actually a nice game to watch. I firs...
Children are not good with lies. They doesnt know ...
Woww!!! I am glad you have shared this old picture...
Alors, dit-il,Au Revoir ! , dit-elle. Alexandre O'...
Jovem, apesoado, dotado, submisso, procura homem d...
nice work, I can see your point, I can't agree wit...
nice work, I can see your point, I can't agree wit...
nice work, I can see your point, I can't agree wit...
nice work, I can see your point, I can't agree wit...
nice work, I can see your point, I can't agree wit...
nice work, I can see your point, I can't agree wit...
nice work, I can see your point, I can't agree wit...
nice work, I can see your point, I can't agree wit...
nice work, I can see your point, I can't agree wit...
nice work, I can see your point, I can't agree wit...
nice work, I can see your point, I can't agree wit...
nice work, I can see your point, I can't agree wit...
nice work, I can see your point, I can't agree wit...
nice work, I can see your point, I can't agree wit...
nice work, I can see your point, I can't agree wit...
.