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Pelo sim pelo não, porque já me arrempendi de não o ter feito na altura de se terem averbado no dragão outros 5-0 noutro clássico, ou porque nas redes sociais (culpadas da suspensão de assuntos neste blog) os temas são tão efémeros e voláteis, deposito neste obituário o pensamento de ontem pelo pê de T3LL0. E desafio o Nuno PortoMaravilha a fazer o mesmo.

 

 

T3ll0.jpg

 

É pá, isto não se faz!
Faltam ainda 10 minutos para acabar o jogo mas tenho de solicitar desde já o livro de reclamações aos senhores do Dragão.
Então a malta compra bilhete para assistir àquilo que se espera ser um grande clássico de futebol e apresentam-nos em palco um Bailinho da Madeira?!

Não vale!
Ao menos digam ao Jackson onde estamos, que em portugal tal dança não tem passo doble... ao quaresma que se deixe de invenções porque esta não é uma coreografia cigana, é da terra do amigo Ronaldo portanto não vale trocar o passo ao adversário, não vale... e ao Lopetegui que não estamos no País Basco nem na tropa, pois que o Bruno de Carvalho não é propriamente dirigente da ETA nem era preciso acertar-lhe o passo... é que sinceramente... assim não há condições!

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Paulo Jerónimo

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Captação de imagens no Estágio Progresso I (2005) | Preparação Técnica de Árbitros 1ª Categoria da LPFP

O homem que escreve a crónica aqui linkada, de seu nome Rui Santos, apelidado por uns de anti-SLB - e por isso já foi agredido à saida dos estúdios da SIC -  por outros de anti-FCP, e por outros ainda de anti-SCP, sendo que também a mim os seus argumentos “me tiram do sério” algumas vezes , só vem demonstrando ao longo dos anos ser um dos jornalistas com mais coragem no mundo desportivo.
Ciente de que esta minha assunção será pouco popular entre os adeptos, onde me encaixo, pode ser precisamente na sua impopularidade entre os leitores/espetadores e o facto de ser considerado "anti-todos" dos três grandes clubes do futebol portugês alguns dos argumentos que só demonstram isso mesmo: a sua habitual isenção quando se trata de pensamento critico naquilo que analisa.
A minha mulher já me perguntou algo do tipo: "porquê fazes tanta questão do ouvir, se vais começar já a resmungar com o que ele diz?"
Precisamente por isso, porque normalmente gosto de investir mais tempo com quem me põe a movimentar repetidamente a cabeça no sentido lateral (da esquerda para a direita), discordando, do que quem me suscita ao movimento inverso concordante (cima-baixo), assumindo que sim.
Eu explico caso tenha ficado confuso: dá mais gozo quem nos excita os neurónios pelo trânsito da massa cerebral, do que quem pelo exercício de "cocegas nos ouvidos" nos adormece a massa cinzenta.

 

Concordando com a argumentação da crónica de Rui Santos sobre quem realmente aproveita, ou tenta aproveitar, pressionando a arbitragem -que são as equipas que procuram acautelar por esta via pontos perdidos por falta de um futebol capaz em campo - e sobre a falta de condições e margem de erro para a arbitragem portuguesa, continuo a discordar na sua insistência da "verdade desportiva demagógica", como o é no caso do recurso à vídeo-arbitragem na grande parte da mesma.
Basta, ai sim, perder tempo, a apreciar as guerras de faca e alguidar do folclore televisivo do "dia seguinte" à jornada de futebol, para se chegar a mesma conclusão que ouvi lançada certa vez por um árbito perzpicaz na plateia do XIII Encontro Nacional da Associação de Árbitros Portuguesa (APAF) e que calou o já então comentador desportivo Fernando Seara (pertencente ao painel de intervenientes da mesa do encontro) perante a conclusão lançada pelo árbitro na plateia: "Se é verdade que 3 homens em campo (árbitros) falham  por vezes ao tomar alguma decisão, não é menos verdade, que três homens, num programa televisivo de segunda feira à noite ("Jogo Falado" - onde Fernando Seara era comentador), analisando as mesmas jogadas gravadas, não chegam a conclusão nenhuma ..." .
Este raciocínio (palmas!) só demonstra a subjetividade presente no recurso à video arbitragem: se pode servir de ajuda? pode. Se vai apaziguar os espíritos mais indignados com as decisões contrariantes às vontades? pelo contrário, incendiará mais. Porque depois dirse-a nos programas de segunda feira à noite, e pelos cafés deste pais: "Olha que até depois de verem o lance gravado tiveram coragem de nos roubar!!" 

 

Não sendo a video arbitragem tecnologia de "verdade científica" - ao contrario do "Chip na Bola" e demais tecnologias para a linha de golo - a mesma está ferida de morte numa "cultura da bola" como a nossa. 
E digo isto inclusive com convicção técnica, com a experiência exata e específica na recolha de imagens vídeo para análise posterior de exercícios nos próprios estágios de treino da Arbitragem Portuguesa de 1ª categoria. Existem sempre casos pontuais onde os próprios árbitros (e quem mais capacitados do que eles?) analisando as imagens, não chegam a um concenso. Vão ser os apaixonados comentadores e adeptos que observam as mesmas imagens a chegar lá?
Como tal, e perante uma duvida tão existencial quanto ao dentro ou fora da linha de Grande Área (?) , conforme sucede na dúvida que resulta da decisão do primeiro penalti marcado contra o S.L. Benfica na última jornada, concluir pelas imagens de uma câmara (pensada para os fora-de-jogo)  que não se encontra devidamente alinhada com a linha em causa onde o lance se desenvolve, é uma falásia. Sei-o, tecnicamente, e no exercício especifico de alinhamento de câmaras e recolha de imagens precisamente para avaliação de casos idênticos (em ambiente de treino) que estando a camara atrasada como esta, então os dados estão desde logo viciados para que se possa concluir sim ou não, como Rui Santos, defensor da video-arbitragem, o faz.

 

Depois, mais uma vez, Rui Santos cai em cima de uma personalidade que me convence ser cada vez mais um dos seus "ódios de estimação": Vitor Pereira, Presidente da Comissão de Arbitragem.
Objectivo é que Vitor Pereira tem sido, também ele, considerado "anti-todos os três grandes clubes", seja observando-se as reclamações dos adeptos ou dos vários agentes de futebol entre os 3 Grandes, conforme as coisas correm mais ou menos de feição. Sendo que uns demonstram-no de forma mais espalhafatosa do que outros. Aqui, e escusando-me a fazer juízos de valor sobre os outros, ao contrário da crónica em questão, as conclusões parecem-me também bastante obvias, e conforme já inicialmente concluído no que isto traduz quanto a isenção de atuação. Se agrada/desagrada a todos praticamente em igual medida...

 

Pergunta: sabem qual foi o tema em analise e discussão naquele XIII Encontro Nacional de Arbitragem Portuguesa no longíquo ano de 1999 em Porto de Mós?
Resposta: Andou à volta dos prós e contras quanto ao recurso às novas tecnologias pela arbitragem. A discussão prolongou-se pelos dois anos seguintes: no XIV Encontro em Tomar, e no XV - o de Almada-Seixal, conforme tive oportunidade de acompanhar todos eles perante a solicitação de minhas intervenções técnicas ligadas ao registo e produção audiovisual.
Pois é, a Arbitragem Portuguesa já discutia isto, e penso que deva ter tirado as suas conclusões, há 13 anos atrás...
Vitor Pereira, convidado no XIII encontro a emitir a sua opinião resultante das experiências colhidas pelo próprio nos testes relacionados com o assunto, salvo erro meu, no Mundial de Futebol dos Estados Unidos em que esteve presente, recordo ter pairado sobretudo  a convicção de que as paragens para analise/decisão nos monitores video era prejudicial para a dinámica do jogo e para os próprios atletas que tendiam a "arrefecer" com mais esta paragem de jogo forçada.

 

Captação de imagens no Estágio Progresso II (2007) | Preparação Técnica de Árbitros 1ª Categoria da LPFP

 

No que toca as novas tecnologias a Arbitragem Portuguesa tem estado na vanguarda ao longo dos anos.
Em Porto de Mós, 1999, a Arbitragem Portuguesa foi responsavel por um dos primeiros, senão mesmo o primeiro (pelo menos naqueles moldes) "live Stream", e que sucesso (!) das primeiras transmissões video em direto do encontro na internet, o que alargou o debate e intervenção para pontos tão longiquos quanto o Zimbabwe, onde foi observado. Estavamos 5 anos antes do nascimento do YouTube...
Pela Arbitragem portuguesa tem sido  recorrente o uso e importância dadas ao apoio audiovisual dos treinos/estágios; a nossa é das ligas pioneiras no recurso a comunicação rádio entre a equipa de arbitragem, vulgo auriculares; várias outras ligas da europa, nomeada e concretamente os seus setores de arbitragem, têm os olhos postos no que se faz por cá; organismos como a UEFA e FIFA reconhecem tal vanguarda de métodos implementados pela Arbitragem portuguesa e apoiada também em novas tecnologias; em 2005 os métodos de treinamento da Arbitragem Portuguesa fizeram "furor" no Brasil. Tudo isto se deve a... Vitor Pereira.
Disto tudo, a pena que fica, é constatar que Vitor Pereira se encontre posisionado anos-luz à frente do futebol nacional. Não por ele obviamente, mas pelo futebol e mentalidades em si, atrasadas que são, estão e temos. Aliás, o facto de os nossos árbitros serem premiados como os melhores à escala planetária, e queimados dentro de portas, só demonstra realmente o nosso atraso, e não que o homem apenas seja "bom de sedução" internacionalmente, caro Rui Santos.

 

Afinal onde está o erro fundamental? Cadé o défice? O que é que precisa realmente mudar? Será tanto na arbitragem?
Então e os jogadores (que falham de baliza aberta), os treinadores, os dirigentes, adeptos, opinion makers, imprensa? Estes são para cozer com batatas e feijões... em lume brando.

 

Paulo C. Jerónimo
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(clicar para ampliar / cliquez pour agrandir)

 

Tendo contacto com «a rede» e revendo-me nela, cosidero-me pertencente àqueles apelidados pela geração web, surgida nos anos 90.
Nessa mesma década, profissionalmente, tive de contornar o que já me era completamente estranho e considerava arcaico, a solicitação de contacto via Telefax, perguntando de imediato as empresas do outro lado da linha: "Qual é o  seu email"? 

 

Sou do tempo e "estive por dentro" do Mirc, dos chats, do estouro do vídeo online e em tempo real, tudo ainda no sec. XX. Ou agora no XXI, sou igualmente apolinário da blogosfera ou das redes sociais.
De modo que acaba por ser intrinseco e pacifico entre as novas gerações o descriminar abertamente «na rede» as suas etapas de vida, alguns dados pessoais, fotos, e gostos pessoais online. E toda esta prosa para aqui chegar: à lista de gostos pessoais.

 

Carlos Lisboa teve sempre um lugar cativo nos meus gostos, e foi sempre transportado no meu leque de "exemplos de atitude de vida" pessoais. O basketball foi o único desporto que levei mais a serio enquanto praticante, e de atividade escolar.

A lista apresentada na imagem inicial, foi a única que, entre  as outras várias de preenchimento para o perfil, quando a compus, tive o cuidado da manter por ordem cronológica, conforme fui estabelecendo contacto emocional com os atletas que considero influentes e exemplos relevantes a destacar.

Tal como Cristiano Ronaldo nunca me foi considerado digno de entrar nesta galeria desportista pessoal, onde como digo, pesa mais e sobretudo o exemplo de atitude do atleta do que os êxitos desportivos em geral (porque para mim desporto é isso: formação de pessoas) - depois disto, Carlos Lisboa e pior: enquanto treinador (formador) em que o atleta se veio a tornar, também não podia lá continuar. 

 

O problema não é o errar. O grave é não reconhecer, não emendar.
Impresionante como a clubite acaba por destruir personalidades que um dia já foram, acima de tudo, icones nacionais.
Tristes os que se revêem na sua atitude e como exemplo a louvar...
No dia Internacional da criança, talvez vale-se a pena pensar em que "homens" estamos a formar.
Paulo Jerónimo
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A pretexto da contrução caseira duma Estação de Trabalho para Aplicações Graficas para o meu *puto*, no 2º ano do Curso de Técnicas Multimédia. 

Como vês, mon ami Nunô , já não tens desculpas: Não tem nada que saber :-) 

 

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Paulo Jerónimo

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 É pá, Isto do blá-blá-blá no Natal não será tudo mas é uma grande fantochada{#emotions_dlg.unknown}

 


 

 

{#emotions_dlg.painatal} Clap. Clap, Clap! Boas Festas.

Paulo Jerónimo

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O

 

Já é percetível para os leitores do Cosméticas que não aceitamos nem toleramos o rótulo de "ninfomaníacos" atribuido a muitos dos utilizadores da plataforma Facebook (FB) , pelo que dissipando qualquer dúvida passa-se a explicar:

Repugnável, é no mínimo como se pode entender a atitude pseudo moralista que a plataforma toma, e à força impõe, ao banir contas de utilizadores que a toda poderosa FB entenda terem violado os seus conceitos éticos / morais na eventualidade de um user ter transigido a ténue fronteira facebokiana de quem  lá coloca publicações de cariz mais ou menos sensual, erótico ou sexual. A questão é essa mesma: a fronteira definida por uma "lei cega", que à minima "pouca vergonha" que entenda algo ser, atira com tudo ao lixo, tipo agência de rating.

Por menos não se pode intrepretar tal atitude da FB - tendo inclusive em conta os "tempos supostamente evoluídos" que correm - de que como estando nós presentes perante a «Madre  FB», ou se preferirem uma nova "Big Sister" contemporânea, a antítese de seu irmão mais velho o "Big Brother".

Esta Madre FB, a Big Sister dos tempos modernos, para além de que tudo espia, escrutina, "bufa" prá rua, ou cujos peidos todos de quem lá anda calhandra com as vizinhas da sacristia - também censura à mínima sem vergonhice, tratando subtilmente seus utilizadores como verdadeiros ninfomaníacos

 

Não é o direito à proteção das mais frágeis suscetibilidades de quem frequenta a rede que questionamos nesta atitude, antes, a questão é a forma como a Big Sister Madre FB censura radicalmente nesse aspecto os seus utilizadores, como se de lixo se tratassem, pessoas e conteúdos que, segundo a Madre FB, prevariquem.

A questão começou a ganhar dimensões amplamente questionáveis para nós, Cosméticas, com este episódio que "denunciamos" há vários meses aqui.

Entretanto, recentemente, a indignação e mensagens correram entre os amigos facebokianos da user Paula Gaspar, entre os quais me incluo e com quem estou plenamente solidário. 

Esta utilizadora da rede social viu a sua página de cariz comercial, a Just Only  - que se dedica a promover "produtos inovadores" - artigos eróticos e sensuais -  ser banida da rede, estando atualmente de novo disponível aqui , tendo corrido uma ampla mensagem de pedido de apoio no sentido de informar e preencher um questionário para a Big Sister Madre FB onde onde explicavam vários que não, não era isso, o que se na sua mente facebokiana poluída e cheia de macaquinhos com teias de aranha de Madre Superiora, se tratava.

Portanto, medo, muito medo com a Pide Facebokiana! Eles andam aí... Muah, ah, ah, ah! 

 

Mas então ó Mister, porque não retiras a tua conta de lá como forma de protesto, já que te queixas e discordas tanto daquilo? Poderão perguntar alguns...

Okay, eu confesso: Este Sermão das Oliveiras todo mais não foi que arranjar uma desculpa toda pomposa para legitimar e conspurcar a net com mais esse vídeo final aí, literalmente um "Tesouro Enterrado" descoberto aqui há dias e parece ser tido como o primeiro de todos os filmes de desenho animado porno o "Buried Treasure".

 

Hilariante! E que rebentava a escala de "Gostos" no Facebook, rebentava...

 

 

Este post pode ser lido na continuação de Facebook : Censura não rima com Arte

Paulo Jerónimo

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