Perguntas Frequentes (2)

 

 

 (Clicar para ampliar)

Porquê deixo, às vezes,  de apanhar TDT à noite?

A propagação de ondas e sinais rádioeletricos sofrem variações após o "cair da noite", comparativamente às emissões diurnas.

 Houve zonas, consideras mais criticas, como por exemplo em Alqueidão da Serra, onde após o desligamento  dos retransmissores analógicos verificada a 13 de fevereiro,  o problema se agravou, verificando-se mesmo conflitos entre os ecos gerados pelos vários emissores  que chegam àquela localidade, e que emitindo todos na mesma frequência (C56 = 754000Mhz) , pode ser  esta uma forte probabilidade para o "apagão completo" noturno verificado em vários pontos  de algumas localidades.  De salientar que o Processo de implementação de TDT em Portugal se encontra precisamente neste momento na chamada "fase piloto", onde ajustes técnicos nas emissões e eventuais alterações poderão ocorrer.

Isto não significa, ou inviabiliza, que vários equipamentos de antenas que permaneçam desadequados para a TDT e que possam estar a trabalhar "satisfatoriamente"  bem durante o dia, mas no limite dos valores necessários , caiam à noite para valores de  quebra na receção de TDT. Para um bom esclarecimento, nada como a verificação do caso por um técnico especializado.

 

Pertenço a uma Zona Sombra e  tenho de me ligar por parabólica via satélite. Vou ter de passar a pagar alguma mensalidade?

Não. Os únicos custos relacionados podem ser com a aquisição/adaptação da sua instalação e aparelhos para a TV digital. A partir daí não tem de pagar mais nada para continuar a receber televisão em sinal aberto dos 4 canais nacionais mais um 5º canal em HD.

 

 Mas o que é isso do 5º Canal em HD?

Uma das premissas relacionadas com a introdução de TDT em Portugal tinha que ver com a disponibilidade de um 5º canal a emitir em HD (resolução de alta definição, até 1080 linhas).

Esse canal aparece, sempre apareceu, nos aparelhos de TV compatíveis com norma Mpeg4, mas acabou por ficar "vazio", sem conteúdos,  ocupando o  seu respetivo multiplex  de emissão, e que representa  mais de metade da frequência destinada à TDT.  O futuro do 5º canal em HD desconhece-se, havendo no entanto  alguns movimentos civis pressionando junto da Assembleia da República para que, no mínimo, o espetro ocupado em vão pelo 5º canal HD possa ser substituído pela emissão livre em SD (Standard Digital, até 576 linhas) dos restantes canais pagos pelo erário público e que apenas emitem em plataformas de tv pagas  (RTP Informação; RTP Memória;  RTP África; RTP Internacional ; e ARTv, o canal do Parlamento).  Aguardemos portanto...

 

O meu televisor ou box digitalizadora desliga-se sozinha ao fim de algumas horas. Será Avaria?

Não. Praticamente todos os aparelhos, a titulo de “poupança de energia”, vêm programados de fabrica para se desligarem automaticamente ao fim de algumas horas, para não correrem o risco de ficarem acessos por esquecimento.  Tal função pode ser desativada no menu de características do aparelho.

 

A minha Televisão é demasiado antiga, nem sequer tem ficha Scart 21 pinos para ligar uma box. Há Solução para a TDT?

Há solução sim. Apesar de ficarem mais caras (entre os 50,00€ a 75,00€ em média) e serem escassas no mercado, existem boxes digitalizadoras que podem ser ligadas precisamente pela mesma  ficha de 75 Ohm onde agora liga a antena de TV. Ou em alternativa, pode adquirir uma box digitalizadora convencional e um segundo acessório complementar: um modulador RF de sinal (cerca de 25,00€), que converte os sinais da ficha Scart da box, em frequências modeladas para ligar à tal ficha do cabo de antena.

 Ou ainda: porque não usar as ligações de um Leitor VHS antigo, mesmo que já não reproduza cassetes, que fará perfeitamente a mesma função do referido modulador  RF? Resultará.

Paulo Jerónimo

(Publicado na edição do jornal  'O Portomosense' 1.mar.2011)

por MrCosmos | link do post

 

Viverei o suficiente para ver a sociedade tolerar também a prática do infanticído {#emotions_dlg.unknown}

 


A primeira resposta em concreto, para a pergunta que me faço desde o dia em que foi aprovada a liberalização do aborto pela sociedade portuguesa (2007), surgiu-me ontem aqui.

 

 

também relacionado: a 1ª reportagem publicada pela ZonaTv

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Paulo Jerónimo

por MrCosmos | link do post

 

Perguntas Frequentes (1) 

 

 

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por MrCosmos | link do post

 

:: Parte 2 – O Sol Quando Nasce (Não) é Para Todos ::

 

 

Chamam-lhe as "zonas sombra", onde o sinal de TDT é inexistente ou insuficiente, e é caso para dizer que o concelho de Porto de Mós, no que toca à TDT, está bem "assombrado".

Quando no próximo dia 13 de fevereiro ocorrer definitivamente o apagão que se aguarda para os emissores analógicos que chegam a estas zonas (exceção para quem receba emissão do Montejunto até 26 de abril), será caso para perceber que o sol quando nasce nem sempre é para todos.

 

Como explicar, ou melhor, aceitar, que um morador que se prepare para fazer a migração de sinal para TDT, mesmo supondo que já possua equipamento (televisores/antenas) adequados para tal, para o fazer tenha um custo obrigatório acima dos 100,00€ (relacionados com a aquisição e instalação de equipamento satélite), quando poucos quilómetros ao lado um outro morador, fora das zonas sombra, pode não ter qualquer custo caso os equipamentos necessários para a migração de sinal que possui sejam adequados?

Ou ainda que os equipamentos não estejam adequados para a receção de TDT - que é a situação mais comum nesta fase - o certo é que a diferença entre a ligação normal terrestre, e a sua alternativa via satélite para as zonas sombra, sofrem disparidades nos custos e limitações impostas (apenas 3 receptores satélite por residência) que serão sempre bastante relevantes, não obstante serem anunciados alguns apoios e exceções para alguns casos.

 

Pior ainda é que isto seja imposto às populações sem receberem nada mais em troca para além dos mesmos 4 canais conforme já os conhecemos.

É certo que a qualidade de som e imagem agora disponibilizados estão inegavelmente melhorados, mas não era esta a grande revolução que a TDT prometia. Não era esta a imposição que se exigia. Foi antes e até agora uma oportunidade perdida.

A migração de emissão analógica para digital deveria significar um enorme aumento na oferta de canais e conteúdos gratuitos para toda a população. É isso que tem acontecido na maioria dos outros países, constatando-se que mais uma vez Portugal coloca-se na cauda da Europa como sendo o país com menor oferta de canais em TDT, segundo o Observatório Audiovisual Europeu.

 

Atualmente, o espetro disponível já permitia pelo menos mais 5 canais para além dos existentes e após o switch off final agendado para 26 de abril, disponibilizadas as frequências agora ocupadas pela emissão analógica, torna-se tecnicamente viável o aumento dos mesmos para bem mais do que isso, assim haja vontade.

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Paulo Jerónimo

(Publicado na edição do jornal  'O Portomosense' 2.fev.2011)

por MrCosmos | link do post

  

:: Parte 1 – Do Palavrão ao Apagão ::

 


A preocupação e curiosidade hoje são comuns a quase todos os cidadãos, mas recuando no tempo, estaríamos algures pelo ano de 2003 quando, pelas revistas da especialidade, aos leitores aficionados da área de Produção Audiovisual  se nos apresenta definitivamente a TDT como uma realidade que era para avançar, num processo  que se  queria célere segundo o nosso governo.

Deliberado pela União Europeia, a ordem é de um apagão, conhecido pelo “switch off”, das transmissões televisivas no modo analógico, em todos os países membro. 

Portugal apresentou-se na altura como um pretenso candidato ao pódio, tendo em conta que, a cumprir as primeiras datas estimadas e avançadas, teríamos sido o primeiro país da Europa a migrar do sinal sexagenário analógico,  que ocupa uma imensidão de frequências  e da quota de espetro disponível para a transmissão de dados, acabando por inviabilizar de grosso modo o expandir que a galopante era tecnológica dos anos 2000 impunha, sendo nomeadamente a  4ª geração de telecomunicações móveis, o mais flagrante exemplo em disputa.

 

Mais do que o entusiasmo da ambição precipitada de calendarização pelo executivo governamental, era sobretudo com desconfiança,  perante uma flagrante sofreguidão mal gerida e “desgovernada”que  os mesmos profissionais encaravam o futuro. Infelizmente comprovou-se estarem certos…

Da atabalhoada intenção inicial, à  final  conclusiva que por estes dias os portugueses vivem  “in loco”, confrontados com o desmando agora   também do desliga/não desliga recalendarizado - no caso dos emissores que servem o conselho de Porto de Mós tendo sido o apagão adiado em mais um mês, para o próximo dia 13 de Fevereiro -   todo este processo de implementação da TDT em Portugal sempre foi executado por linhas pouco retas.

Ao invés, é convicção de imensos críticos que tais linhas orientadoras foram sendo sobretudo meticulosamente traçadas a “regra e esquadro, por vezes com recurso ao compasso, de tão obliquas, ou perpendiculares, também paralelas, resumindo: enviezadas.

 

Não se podem deixar de perceber os lóbis e tremendos interesses que o processo de implementação de TDT em Portugal agitou, bem como tristemente, não se pode deixar de perceber como uma oportunidade que na maioria dos outros países resultou em mais valia e sucesso para os seus cidadãos, que em Portugal apenas resulte em “mais do mesmo” (4 canais), engordando os mesmos de sempre, sendo o processo de migração, em boa parte, custeada pelos próprios cidadãos.

Como  consequência direta para o nosso conselho destes imbróglios, verifica-se que basicamente as nossas zonas serranas, a excepção de Serro Ventoso e Alqueidão da Serra não estão nem estarão cobertas pelo sinal de TDT, ou a existir, o mesmo é tecnicamente deficiente e inviável, sendo que a solução acaba por ser adquirir equipamentos satélite inflacionando altamente os custos já de si injustos quaisquer que eles fossem, para fazer a migração.

 

Continuaremos o tema e com dados mais concretos e várias curiosidades, na tentativa de mais alguns esclarecimentos, nas próximas edições do jornal “O Portomosense” .

--

Paulo Jerónimo

(Publicado na edição de 19.jan.2011)

por MrCosmos | link do post
 

 

Quando na penúltima edição de "O Portomosense" me deparei com o destaque de primeira página: "A19 esquece Porto de Mós" , hesitei durante alguns segundos se alguém me teria lido os pensamentos.

Vários dias antes também havia chegado a casa, tremendamente indignado e triste, por me deparar com tal gritante realidade no dia de abertura desta nova auto-estrada, onde desde o seu início, em Leiria, até o desembocar da mesma no nosso conselho, em Chão da Feira, nem uma única alusão é feita a Porto de Mós, indo os destaques para a Batalha e Alcobaça.

Anima-me ao menos, dentro do possível, que o sentimento seja partilhado por outros, bem como a iniciativa do nosso Jornal em apontar o tremendo erro, com a devida relevância.

Mais de que um bom princípio, este deveria ser um sacudir de consciências, o início de inverter caminho.

 

Será que sim? Aparentemente, agora e depois do mal feito, a preocupação vai no sentido de tentar remediar e reparar aquilo que com algum eufemismo se poderia chamar de "gafe", não fosse evidente, para os próprios portomosenses, o esquecimento persistente a que as nossas autoridades nos votaram desde há já várias décadas até aos dias de hoje com suas políticas nestes aspectos seguidas.

Há mais de uma década que entre desabafos, lamento por exemplo, no percorrer da principal via do país, a auto-estrada A1, que com a aproximação das várias saídas relacionadas com a denominada Zona Turística Leiria - Fátima, área a que (só!) geograficamente pelo visto pertencemos, saídas essas às quais acabaremos nós ou nossos visitantes ter de tomar para fazer acesso ao nosso concelho,  e deparar tristemente quer seja no sentido Norte ou Sul da via  com a falta por demais evidente do que seria uma lógica e esperada alusão ao Castelo de Porto de Mós entre tantas  demais portentosas placas distintivas dos monumentos da região. São anunciados com a devida popa e circunstância desde os mosteiros de Alcobaça e Batalha, Santuário de Fátima, passando pelos castelos de Ourém ou Pombal...

E um portomosense pergunta-se se seria exigir muito que a alusão ao seu castelo fosse patente ali também no meio das demais? Mais, se não devia ser sequer inquestionável ele estar lá.

É que - e não me levem a mal os pombalenses pelo termo de comparação - mas caramba! Até o Castelo de Pombal conseguiu, e bem, claro está, ter lá uma placa tamanho xxl. Em que é que o castelo de Porto de Mós é menor? Ou será que é o arrojo dos portomosenses menor?

 

Como desperceber que o Professor José Hermano Saraiva reconheça para ele o Castelo de Porto de Mós como um, senão mesmo, o mais belo da Europa, e subestimar isto, para citar apenas um dos meros exemplos com a autoridade que se lhe reconhece, das potencialidades destas nossas terras?

Que tal individualidade tenha reconhecido isto num dos seus programas dos longínquos anos 90, e isto não tenha acordado ninguém, é pouco, ó minha gente...

Trazer cá programas televisivos de pontuais e efémeros efeitos, se não pensados como mero rastilho para algo mais eficaz e duradouro, é pouco, ó minha gente...

Conseguir para as nossas grutas a distinção e notoriedade de maravilha nacional e tal não nos catapultar para horizontes mais arrojados, é pouco, ó minha gente...

Esquecer a grande riqueza para além dos granitos que possuímos nas nossas serras e Parque Natural , é paupérrimo, ó minha gente...

Auto vetarem-nos os nossos governantes locais ao longo dos anos, sem percebermos o porquê, do direito de distinção, e auto dissociarem-nos da maior conquista portuguesa enquanto povo e nação que é  a de Aljubarrota, chega a ser blasfémia, ó minha gente...

Que a forte bofetada recebida pelos portomosenses neste natal de tempos austeros: a confirmação da "exclusão" de Porto de Mós do Mapa de Portugal - pelo menos do mapa das Estradas de Portugal já assim se confirma (A19 para não relembrar a A1), sem aspas nem pejo, que tal ao menos agite o marasmo a que nos remetemos. Porque quem não aparece, esquece.

 

Que aos portomosenses, ao deslocarem-se para fora do seu distrito, baste um dia apenas dizer: sou de Porto de Mós, sem ter que complementar de imediato perante a cara de interrogação dos forasteiros: "Fica a junto à Batalha ou perto de Alcobaça".

Convenha-mos: não foi "a auto-estrada que esqueceu Porto de Mós", foi Porto de Mós que cometeu o desastre, há muito tempo, de entrar na valeta da estrada, desviando-se e capotando. É este o caminho que continuaremos a percorrer?

 

Audácia, ó minha gente!

Não tenha-mos vergonha de assumir que foi destas terras, deste castelo, por estes caminhos, que se afirmou de Portugal.

--

Paulo Jerónimo

por MrCosmos | link do post

 

 

 

Um alemão, Kai Streier (com ascendência portuguesa), escreve e canta em inglês, ao ritmo de um flamenco, acompanhado à guitarra portuguesa (por André Matos), num tema que aborda velhos preconceitos envoltos de tabus antigos típicos dos tempos da ditadura portuguesa, tema esse que acaba por ser inspirado nos conselhos, que ouvira contar, que a avô do artista teria recomendado à sua mãe, uma Jovem portuguesa de Alqueidão da Serra, para quando atravessa-se a fronteira. Preocupações de uma mãe que vê a filha alinhar no êxodo português que houve para França e Alemanha e outros países na década de 60.

 

A portugalidade e os seus mais de 800 anos de história são um dos mais antigos legados para a humanidade, e a mescla de tantas culturas patentes nesta versão de Kai Streier - "Evil Spain" , comprova precisamente isso.

Por isso e sobre o vídeo: muito bem esgalhado, ao bom estilo de deserascanço "portuga", picardando os nossos vizinhos de fronteira. Um portento, portanto!

 

As legendas do vídeo podem ser traduzidas para português usando a função do player CC após fazer play.

Este tema pode ser lido na continuação de O Fado e o Teatro de Sombras Chinês

--

Paulo Jerónimo

por MrCosmos | link do post

 

 

 

Em poucas horas chuvas violentas e ventos que se assemelhavam a furacões mataram várias pessoas no sul da França nos dias 5 e 6 de Novembro.

Milhares de pessoas ficaram privadas de electricidade e de água potável.

Esta mesma violência dos elementos naturais também matou na Itália.

Algo nunca visto nos arquivos.

E continuam a nos quererem evangelizar: O Turbo liberalismo não é responsável pela ganância, pelo betão e etc. e tal...

Talvez, Rui Veloso, com a sua bela canção, Beirã, tivesse 30 anos de avanço...

 

Este post deve ser lido como a continuação de: "Sinais do tempo"

Fotos: Libé, p.19, 7 de Nov. de 2011.

Nuno

por PortoMaravilha | link do post

 

 

 

 

Comentava o Marco Pereira ontem no Facebook que "Este tempo tem coisas estranhas. Passamos da semana passada de alerta vermelho de risco de incêndio para alerta laranja de risco de inundações..."

E no mesmo dia aparecia este excelente vídeo (Link) , um dos 8 lançados à votação para uma mostra-concurso no Portal Portugal Vídeo.

Ó tempo, volta para trás...

 Este post pode ser lido na continuação de Star Wars e Ecologia

por MrCosmos | link do post

 

 

 

Porque é que as pontas do Castelo de Porto de Mós são verdes ? (Link)

Uma outra excepção cultural Portuguesa ? 

 

Fontes : Quadro de Porto de Mós / Bd: Le Trône d'Argile, p.2, Delcourt, Paris, 2006

Nuno

por PortoMaravilha | link do post

 

Tal como era censurável que as autoridades portomosenses se mantivessem arredadas das comemorações da Batalha de Aljubarrota, parecem-me louváveis as aparentes tréguas verificadas na organização das comemorações, e onde finalmente se pode constatar, pela primeira vez, uma defesa condigna dos interesses e da memória portomosense, com a participação do Município de Porto de Mós na organização conjunta (com a Fundação Aljubarrota e o Município da Batalha) das habituais comemorações assinaladas há cerca de 15 dias.

 

Entre 1383 e 1385 os tempos em Portugal foram de crise política, guerra civil e anarquia.

Fruto das pelejas constantes entre os dois reinos vizinhos, que procuravam a sua consolidação no território da Península Ibérica, a coroa portuguesa colocou-se numa posição frágil resultante de um acordo de paz (Salvaterra de Magos, Março de 1383) quando seu rei, D. Fernando I acede a que o filho varão que nascesse do casamento de sua filha única, D. Beatriz, com D. Juan I de Castela, herda-se o reino de Portugal. Tal posição era mal vista pela maioria dos portugueses que entendiam ser grande o perigo de união dinástica de Portugal com Castela, caso D. Beatriz viesse a falecer antes de seu marido, e sem filhos.

Perante a resistência de Portugal a ser subjugado por Castela, os portugueses unem-se em volta de D. João, mestre da Ordem de Avis, aclamado pelas cortes em Coimbra (Abril de 1385) como sucessor do trono.

 

Foi neste contexto de crise e guerra que a povoação de Porto de Mós e o seu castelo tomaram o partido de D. João I e acolheram as suas tropas, comandadas por D. Nuno Álvares Pereira, na véspera da grande batalha que viria a afirmar definitivamente Portugal como uma nação sólida e independente. Foi nos terrenos de Porto de Mós que se travou a mais célebre e importante das batalhas portuguesas. Batalha essa que confirmou Portugal, para além de uma nação reconhecida, como um povo de querer e vontade afirmativa.

 

Que Porto de Mós e o seu Município saibam, neste concreto e definitivamente, “sair do armário”.

PC Jerónimo da Silva

publicado no Jornal 'O Portomosense' de 02/09/2010

por MrCosmos | link do post

 

 

Estou convencido que fechar um blogue é uma decisão que se toma de ânimo leve.

Sim, não me enganei no que queria dizer, eu acho que a maioria dos que terminam, decidem faze-lo de ânimo leve. Para calhar bem, com algum espírito de "missão cumprida".

Sobretudo quando tivemos mais que tempo e oportunidades para conhecer, experimentar, vivenciar, opinar, partilhar, criticar, elogiar, incomodar, chatear, descarrilar...

É pá, na blogosfera é assim.

 

Quando se escreve o post final, normalmente o autor já tinha dado o blogue por finalizado a mais tempo, consciente, ou inconcientemente disso quanto mais não seja, até o dia que manda publicar o post fatal, e fica evidente para todos, e estes sim, a maioria dos leitores são apanhados de surpresa.

Entre os blogues de que gosto, ou gostava, o Vila Forte esteve sempre na lista dos que me propunha a partilhar o porquê desse gosto.

Hoje, que me dão a noticia de que devo muda-lo para a nossa lista de "blogues finados", nem preciso de me alongar nas palavras para referir que "gostei de ti, porque gostava, mesmo quando chateava!" :-) , porque o motivo foi sempre o mesmo: o respeito que os autores me granjeavam.

PC

por MrCosmos | link do post

Sou daqueles que acredita que o povo nestas coisas não se engana.

Há que dar o mérito a quem o tem, e se há mérito que João Salgueiro tem é em ser "homem do povo". E acho que foi aqui que ele ganhou redondamente às Autárquicas 2009.

João Salgueiro não fez campanha apenas no último mês, e tão pouco me convenço que tenham sido o arranque de obras à última da hora que lhe tenha conquistado tamanho apoio do eleitorado.

 

Foi fácil encontra-lo durante todo o mandato nas festas, arraiais, carnavais, etc, misturado com o povo. E o povo gosta desta proximidade. Bem antes de se desenhar os resultados finais, a aderência popular que se fazia notar entre as duas sedes de campanha eram bem esclarecedoras. Às 20:00h, só por essa amostra já sabia quem havia ganho os próximos 4 anos.

 

Agora é fazer votos que Porto de Mós progrida. Que cresça não apenas em obras. Não é tarefa fácil, mas estamos cá todos para isso.

por MrCosmos | link do post

Chamem-lhe o que quiserem, mas o sol quando nasce é para todos.

Se bem que, por vezes os seus raios não chegam a todo lado, que o digam os fregueses municipes dos vales mais reconditos da serranias portomosenses. Desde que o cosmeticas.org tomou posição publica/apoio a um dos lados da batalha disputada - e que já em 1385 fora disputada num modelo de táctica ascentral conhecida pela «táctica do quadrado» (4 frentes de ataque, tás a ver?) levada a cabo nesse RICO pedaço de terreno que gera controversia, o Campo Militar de São Jorge - desde essa assunção aqui feita que as visitas quadruplicaram das meras dezenas habituais para praticamente  as duas centenas, 200 unique visits.

 

Vale o que vale, assim de barato, lembra-me que valem um cine-teatro praticamente lotado.

 

Pelo que, e a fazer fé  no que as estatisticas públicas do Vila Forte nós dizem, o cine-teatro virtual de Porto de Mós, ou se preferirem, a blogosfera portomosense, Já enchiam essa sala por eventualmente (ou não) a mesma plateia numa primeira sessão das 21:30h que antecede esta nossa com direito à bolinha vermelha das 00:01h. Mas ainda bem que há quem desvalorize as plateias virtuais e os filmes que por aí são projectados.

 

Os Blogues.

 

Foi Porto de Mós, nomeadamente um blogue cujo o editor principal ao fim de 4 anos é ainda hoje mistério mas posso adiantar, e com o à vontade de quem com ele já bebeu umas boas imperiais, que se confirma ser um ex-activo da Câmara-Municipal de Porto de Mós, sim, foi com o Cilício que descobri este mundo que me era até aí desconhecido e que é a blogosfera. Seu lema em 2005, assumido ou não, era pelo que entendo ser o de questionar de forma mordaz, com recurso a sátira politica e na plena posse dessa bela-arte que é o blogar e cujo patamar só está ao alcance de alguns poucos, editores bloguisticos. Gostaria de lá chegar.

A musa inspiradora do cilicio em 2005 passava pelo executivo no poder José-Ferreira / João Salgueiro, que culminou pelo meios que sabemos de costas voltadas e com post´s de honras apenas ao segundo, ou n.º2 da CM.

 

As primeiras linhas que escrevi na blogosfera, foi neste comentário que recupero mais abaixo, do post do Cilício reagindo a derrota inesperada (cenário que por estes dias ainda tem ligeira vantagem de se repetir novamente para o PS) sobre a ida do novo executivo eleito por MILAGRE no seu pagamento de promessa (elitoral, pois o Rui Neves que "até súa" no cumprimento de protocolo nas Missas Campais de São Pedro, não acreditamos que promete-se o que quer que fosse a santa).

 

Reza o dito comentário de 10 de Outubro de 2005:

At 9:32 PM, Blogger PortusDeMolis said...

 

Porto de Mós de facto, empobreceu.

Custa-me admitir isso, mas preferia, por exemplo, ver a minha Terra referenciada por motivos mais nobres do que aqueles que vi ontem em notícia televisiva.
como comunidade, escolhemos este novo representante,para gaudio de alguns, amargura de outros, mas sera que me posso rever neste meu novo representate, enquanto portomosense?
A mim incutiram-me valores.
como filho de um 25 de abril que não conheci, ensinaram-me a honrar valores que alguns teiman em banalizar.

Senhor Presidente, ESTA NAS SUAS MÃOS, repor certos valores que optou desbaratar,a torto e a direito, para conseguir me representar (embora sem o meu voto). mas para isso é preciso que os tenha,caso contrario, cultiveos! pois os Portomosenses não se deixarão empobrecer 2 vezes.

Respeito a sua legitima posição. Respeite tambem a nossa, poupando-nos a atitudes Pobres, e fazendo o que lhe compete.

Será pedir muito?

[fim de citação]

 

Foi o mote que espevitou um(a) gERAÇÃO rASCA portomosense, sim que eles andam aí... Pelo que não sei se dedique este post ao Clicio, ou se agradeça por este início de incursão cibernáutica ao simpático detentor do dom da palavra para povo ouvir - João Salgueiro - que não atendeu ao meu primeiro comentário na blogosfera, e que, se não me havia convencido no boletim de voto de Outubro 2005 com o slogam "Porto de Mós nas suas mãos" (curiosamente um slogan muito identico ao que uma produtora de vídeo local já usava e difundia à algum tempo na rádio e jornal local) , muito menos me convencerá dia 11 com o slogan Outubro 2009: "CUMPRI". O que? O Programa do PSD?

 

Até porque não deixa de ser curioso o ultimo post publicado pelo Cílicio. O homem sempre teve jeito para antever e estruturar o futuro de Porto de Mós. Já vai no ano 2025, vejam lá.

por MrCosmos | link do post

Oh meux amigos, balha-nos Deux-ê-ze! Não habia nexexidade!

 

Isto não se fax! Então dix o candidato Xúlio Bieira que anda a maix de xeis mexes a faxer os TPC´s certinho e direitinho e bêem os sabichões repetentes da turma fazer copianço na faxe final das probas de aflixão? 

E põe-te à pau, Irmão Xúlio, com essas modernices agora dos buillings, ou lá o que ei.

 

O Diácono bem abixa, bem abixa, mas bôs não faxeis caxo! Depois dá nisto! Eu é que xei, por isso já lanxei a campanha Pedro-O-Apóstolo-Oliveria à Prexidente de qualquer coixa em 2013! Pode xer a C.M., a AAC ou nem que sexa, mas axumidadmente, o prexidente do blogue Bila Forte.

Vai daí o MrCosmos, que não xe quer ficar a trás, lançou logo a xeguir o xeu candidato que concorre directamente com o meu: Movimento Xico comé que é 2013. E comé que é apoxtolo Pedro, tu ficaste? olha que eles xá têm dois subscritores do mobimento, e o xico é o candidato do pobo, não temos pera mole... Imbejosos! Quereis é todos poleiro, balha-me Deux-ê-ze. Bamos lá, por uma limpexa nas Portas das Móz-ê-ze!

 

Press: PSD DE PORTO DE MÓS FAZ PROGRAMA PARA PS "CUMPRIR"

 

 

 

[se tiberdes falta de bista, picai nas images para aumentare]

 

____

Tanta vez vai o cantaro a fonte...: http://www.radiobatalha.com/noticia.php?id=17646

por Diácono do Espaço | link do post
sinto-me: a xer abafado. Oh, oh, oh...

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