O vídeo presente, do filme já anteriormente aqui abordado de raspão, apenas serve de mote para introdução, mais do que de um post, de um tema, que abrange e interessa a bilhões da humanidade: A Bíblia Sagrada.

 

Sintetizando, a Bíblia pode-se considerar uma interpretação religiosa do motivo da existência do homem na terra sob a perspectiva Judeia, narrada por humanos mas considerada igualmente por praticamente todos os credos cristãos como que divinamente inspirada.

Por ela, milhões de pessoas já viveram, morreram, se refugiaram, foram queimadas e massacradas, se reforçaram e inspiraram, ou pura e premeditadamente a ignoraram ou subvalorizaram.

Uma coisa é certa: acerca de sua existência poucos lhe serão "ignorantes", quanto mais não seja, sobre sua relevância, e facilmente dela terão uma opinião formada.

 

Por ela, Gutenberg inventou a primeira prensa de impressão que seria o despoletar da página imprensa e duplicação em massa, e a partir dai para sempre, para todo o tema, género e formato. É o livro mais vendido de todos os tempos com mais de 6 bilhões de cópias em todo o mundo, uma quantidade 7 vezes maior que o número de cópias do 2º da Lista dos 21 Livros Mais Vendidos no mundo.

É atestada como tendo sida escrita por cerca de 60 homens, não contemporâneos, e que distam do primeiro (Moisés) ao último (O Apóstolo João) de um período aproximado de 1500 anos.

 

As duas maiores parábolas e as mais nucleares deste livro, pessoalmente encontro-as precisamente, não no novo testamento donde se baseariam os fundamentos de toda uma cristandade, mas sim no velho testamento, no primeiro livro de Génesis  na questão de a autoridade e dependência à um Deus criador ser questionada pelos seus recém criados humanos através de uma faculdade atribuída pelo mesmo criador: a do livre arbítrio (tema aqui abordado) e intrinsecamente ligado a todo o "enredo bíblico", e a segunda grande questão pode ser  encontrada no livro de , quando novamente a figura de Satanás o Diabo intervém, e acusa de interesseiros os homens fiéis a Deus, pois que o servem à custa da busca segura e egoísta de protecção e bênção divina - veja-se o exemplo das promessas religiosas típicas dos católicos - e que tal "escudo protector"  a ser-lhes retirado (por Deus, leia-se) qualquer homem sucumbirá, advoga o Diabo, sendo que Deus assim "picado", por uma segunda vez admite tal tipo de prova à humanidade.

A "salvação" do homem dependerá portanto da superação e bom sucesso destas duas provas, planos ainda em execução, aos quais passarão os humanos aprovados merecedores de uma segunda fase da história da humanidade: um mundo "paradisíaco" liberto da interferência maléfica de Satanás, destruído que será.

 

Um dos riscos de se aprofundar o conhecimento bíblico directamente a partir da fonte, do próprio livro sagrado, é que quanto mais se aprofunda a Bíblia de forma independente e mente aberta, tanto mais se corre o risco do crente se vir a tornar agnóstico - filosofia de quem acredita que a questão da existência ou não de um poder superior (Deus) não foi nem nunca será resolvida. Por mim falo.

Por isso há também milhares de fiéis da cristandade que são "formatados" para não acederem a Bíblia, sendo este um privilégio interpretativo dos Clérigos altamente doutrinados para tal, e vendido como "mistérios" para todos os demais.

 

Daí o poder deste livro e de quem souber descodifica-lo, ou colar-lhe a sua própria interpretação, que voltando ao vídeo e filme inicial, este post poderia ser também relacionado como que tratando de alguns dados adicionais para uma breve interpretação das entrelinhas na mensagem do argumentista Gary Whitta em "O Livro de Eli" realizado pelos irmãos Hudge.

por MrCosmos | link do post

.

.

Já tive várias oportunidades de escrever sobre eles, no caso de Denzel Washington, de lhe manifestar meu assumido respeito e apreço enquanto grande actor que é, ou estreante no papel de realizador também.

 

Por estes dias, e quando se estreia mais um lançamento de arromba com Denzel num papel pouco caracteristico ("The book of Eli") - trabalho  que muito entusiasmou ao actor - coube-me a vez de finalmente constatar na tela o antérior sucesso do afro-americano, verificando novamente que a supremacia desta dupla (Denzel/Scott) continua a funcionar qual relógio suíço na eficácia e precisão do que o público espera deles, sendo que Scoot acabou mesmo por interferir com a rodagem de  "O livro de Eli" agora em estreia e realizado pelos irmaõs Hughes, pois insistiu em ter Denzel em "The Taking of Pelham 1 2 3" ao que Denzel acabou por ceder algo contrariado, envolvido que estava e entusiasmado com outro estilo de registo dos de Scot: "O Livro de Eli", ao qual dava primazia.

A relação Denzel/Scot acabou por ser mais forte, "safando-se" assim Scot em the Tacking of Pelham 1 2 3 - o primeiro filme que me levou a criar e introduzir a etiqueta "cinema" aqui no COSMéticas. Que este estes dois estão aí para durar... eu já ví.

por MrCosmos | link do post
Com este post (abaixo re-editado), aventurei-me pela primeira vez a opinar na blogosfera acerca de um filme, de forma muito sintetizada.
Até aqui, a ter que opinar, diria que gostava de apreciar uma boa película, mais pelos aspectos e pormenores técnicos e de produção, antes de passar a relevar o seu conteudo.
Não me considero um cinéfilo daqueles de muita hora de sofa com "calo no cu", e isto é um elogio para tais, mas, adoro cinema, e tal gosto - sei hoje - que não pode estar dissociado do facto e dos aspectos técnicos que desenvolvo no dia a dia. Ossos do ofício.
Sobre cinema, mais que ver, ler, e gostar de opinar, não pelo criticar, que tal aptidão é coisa "doutros actores" , gosto de o fazer, para aprender. São evoluções lógicas para quem frequenta os processos de produção, e passei de certa forma a querer melhor observar, para além dos aspectos e pormenores técnicos e de produção. Hoje, não me são indeferentes bons ou maus argumentos, boas ou más mensagens, evidentes ou subliminares. Hoje até podem sair daqui nas linhas de meus posts alguns disparates, riscos de quem opina. O maior desses disparates, por mim assumido previamente como tal, foi ter dito, "de raspão", que o cinema francês conheceu uma fase algo moribunda. Como castigo, desde então, praticamente pelo leitor de DVD lá da sala, só têm passado cinema francês. E o que me têm deliciado...
Em "Crimson Tide" (Tony Scott 1995), o actor secundário Denzel Washington, protagoniza um papel de um carisma tal, perante seu chefe supremo naquelas circunstâncias (Gene Hackman), que me cativaria perante o actor/realizador afro-americano enquanto fã e da forma peremptória que me viria a tornar seguidor, acompanhando de perto toda a sua carreira.
A Postura tomada por Denzel evitaria uma eminente guerra nuclear à escala mundial. O arrepiante, é que este é mais um daqueles filmes de fonte verídica, tal sucedeu mesmo, e um "Imediato" de operações num submarino americano, e consequentemente toda uma cadeia hierarquica, dividida, altamente armada e militarizada, tem de optar entre cumprir ordens superiores, ou confiar na sua consciência, e avançar com um motin perante um cenário de ignição de Gerra Nuclear por ordens superiores infundadas, no entender de vários.
Este episódio, verídico - que motiva ao espectador do filme às mais e variadas sensações entre dúvidas do certo ou errado - obrigou a Casa Branca, inclusive, a ter de rever suas politicas militares, no que toca à ordem final para disparar armas nucleares. Depois desta crise gerada num submarino americano, posto a navegar com o intuito de controlar o "descontrole" gerado pela separação e fragmentação da URSS, passou a caber ao Presidente dos EUA (até ali era decisão e ordem final do homem com cargo militar hierarquicamente elevado, no cenário de combate) a ordem expressa e clara para disparar armas nucleares.
.
Uma nota final para a banda sonora deste filme (Hans Zimmer), que influenciaria e ecoaria, por tantos e demais trabalhos e mensagens, por esses anos e mundo fora.
.
Um filme obrigatório, portanto. Reproduzo então a partir daqui e agora, o post que publiquei, numa altura em que estava na "ordem do dia", politica e mediatica, o despertar de um falso alarme de mini-crise na Georgia, bem como complemento este remake de post, com o comment deixado na altura pela grande observadora, Jornalista Patricia Santos.
.                  Segunda-feira, 11 de Agosto de 2008
. ...... "lITTLE dUCKS, tHERE´S tROUBLE iN rUSSIA"

No filme Crimson Tide - Maré Vermelha (1995),  Gene Hackman  começa por usar essa expressão que consta no tema do post, para iniciar a moralização das tropas de um submarino prestes a partir em combate.

Ainda não percebi bem qual o supremo interesse da Rússia neste episódio que está a decorrer na Georgia, com algum interesse procurarei fazelo nos próximos dias. Mas e a Europa,  acordará mais uma vez tarde para um problema que se lhe semeia nas barbas?

É por estas e por outras que volta e meia comungo da expressão God bless America.

O ambiente está criado para revisitar a  videoteca VHS lá de casa. Com as recomendacões do Mr, ide ver:

 


ficha | Crimson Tide - Maré Vermelha

 

 

MrCosmos às 12:35 link do post

 

.                 de Patrícia Santos a 12 de Agosto de 2008 às 18:10

Quanto às razões posso dar uma ajuda, porque também não percebia porquê e fui procurar a história. Com a queda da URSS a Ossétia do sul foi incorporada na Geórgia, mas com uma postura pró-russia , acabando por proclamar independência em 1992. A independência não foi reconhecida internacionalmente, mas apesar disso a região tem trabalhado num estatuto de autonomia face à Geórgia . Em 2006 fez novo referendo para suportar a declaração de independência , que não foi novamente reconhecido internacionalmente.
Recentemente a Geórgia invadiu a capital da Ossétia do Sul. A Rússia enviou tropas para o terreno, uma vez que apoia os interesses separatistas da região.
Além das motivações políticas na região temos de acrescentar a posição estratégia da Geórgia motivo pela qual é apoiada por Israel e Estados Unidos. Pela Geórgia passam oleodutos e gasodutos que podem por em causa a supremacia na Rússia no fornecimento energético.
Esta tarde já há notícias que dão conta do fim das ofensivas militares, o que é extremamente importante, pois um descontrolar do conflito numa zona daquelas poderia ter implicações graves em termos mundiais. Isto porque a Geórgia membro da NATO, entrada que foi contestada por França, Alemanha, USA, etc. , pois caso a Rússia algum dia declare guerra à Geórgia a NATO será obrigada a intervir em defesa da Geórgia.
Sim, quer dizer que é uma zona explosiva que, num cenário extremo, poderia resultar numa III Guerra Mundial...
por MrCosmos | link do post

Tenho para mim em Déjà vu - filme de 2006, escrito pela dupla Bill Marsilii e Terry Rossio, dirigido por Tony Scott (na foto) - como um bom exemplo de quando um argumento bem escrito consegue salvar um filme que muitos destinariam à cabeça, a mediocridade.

 

Basicamente em Déjà vu temos um filme, em muito, de ficção cientifica. Aqui, a dupla de guionistas consegue enfiar no mesmo saco questões como terrorismo, amizade, homicídio, patriotismo, paixão, investigação, voyeurismo, e mais, tudo numa panóplia de ultra-avançadas técnicas ficcionadas de investigação. Ingredientes estes que apresentados numa dose certa pela mão do realizador, acabam por resultar num excelente guisado cinéfilo. Não menosprezando o "toque de cozinheiro" do realizador, acabo em crer, como digo, que o segredo do sucesso está na receita dos argumentistas. Muito bem escrito este filme.

 

por MrCosmos | link do post

Antwone Fisher é uma história de vida comovente baseada em factos reais, que gira em torno de um jovem afro-americano (Derek Luke) introvertido mas problemático pertencente aos quadros da  marinha de guerra norte americana. Após mais um desacato acaba no gabinete de pscologia de Dr. Jerome Davenport (Denzel Washington) , que não abre mão de Antwone Fisher enquanto o jovem não resolve os conflitos pessoais ligados a infância que o perturbam.

 

 

Um daqueles filmes que não cansa volta e meia de ser puxado da prateleira para rodar no leitor de DVD.

por MrCosmos | link do post

A aguardar estreia para este verão, The Taking of Pelham 1 2 3 , é um dos filmes que suscitam a espectativa quer pela história, o elenco, ou pelos já bem sucedidos filmes do realizador Tony Scott junto do grande público, como o épico Top Gun , o True Romance de 93, ou os mais recentes  Dejá VuMan of Fire.

Sou fã confesso de Denzel Washington, pelo que não deixa de me ser curioso a ligação e sucesso dos filmes deste realizador com o condecorado actor americano, sobretudo no que toca a representações de acção e drama, no entanto e acompanhando-o como cabeça de cartaz, aparece John Travolta actor que busca uma certa ressureição para o estrelato, depois de algumas intervenções mais apagadas pela tela. John Turturro, Luis Guzman, Brian Helgeland no argumento e James Gandolfini a director, são outros nomes sonantes.

 

The Taking of Pelham 1 2 3 tem data de estreia marcada em Portugal para o próximo 17 de Setembro. Já se cá via...

 

por MrCosmos | link do post

foto perfil.jpg

pauloc.jeronimo@gmail.com

pesquisar
 
arquivos
2017:

 J F M A M J J A S O N D

2016:

 J F M A M J J A S O N D

2015:

 J F M A M J J A S O N D

2014:

 J F M A M J J A S O N D

2013:

 J F M A M J J A S O N D

2012:

 J F M A M J J A S O N D

2011:

 J F M A M J J A S O N D

2010:

 J F M A M J J A S O N D

2009:

 J F M A M J J A S O N D

Controle de invasão ET
comentários recentes
Hand ball is actually a nice game to watch. I firs...
Children are not good with lies. They doesnt know ...
Woww!!! I am glad you have shared this old picture...
Alors, dit-il,Au Revoir ! , dit-elle. Alexandre O'...
Jovem, apesoado, dotado, submisso, procura homem d...
nice work, I can see your point, I can't agree wit...
nice work, I can see your point, I can't agree wit...
nice work, I can see your point, I can't agree wit...
nice work, I can see your point, I can't agree wit...
nice work, I can see your point, I can't agree wit...
nice work, I can see your point, I can't agree wit...
nice work, I can see your point, I can't agree wit...
nice work, I can see your point, I can't agree wit...
nice work, I can see your point, I can't agree wit...
nice work, I can see your point, I can't agree wit...
nice work, I can see your point, I can't agree wit...
nice work, I can see your point, I can't agree wit...
nice work, I can see your point, I can't agree wit...
nice work, I can see your point, I can't agree wit...
nice work, I can see your point, I can't agree wit...
.