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Ler anunciado, aqui em França, que é possível passar um fim de semana cultural, em Portugal, é raríssimo.

Tanto mais raro que a revista Télérama Sortir parece se ter sentido obrigada a especificar:

a) A bela portuguesa não são só os cais, o vinho do Porto...

b) A Casa da Música merece, só por si, a viagem...

 

O artigo apresenta a programação da Casa da Música que em 2012 celebra a França. 

Ver e ler aqui o programa .

Três embaixadores prestigiosos aceitaram o convite: P. Boulez, P. Dusapin e C. Rousset.

Uma programação prestigiosa que prestigia a cidade do Porto.

A Casa da Música, segundo J.Chaine, é a "materialização" do Porto capital Europeia da Cultura 2001.

 

Esta obra é da autoria do arquitecto Holandês Rém Koolhaas.

E, desde sempre, a Casa da Música está presente neste espaço, conforme nossa lista de Links à direita: "Invictos, Nobres e Leais".

 

Fonte / Source: Télérama Sortir, 1 Fev 2012, p.16

Nuno

por PortoMaravilha | link do post

 

 

Corre pelas caixas de correio e é dos que merece ver e perceber.

Em tempo de crises várias... e apesar de esquecido, vale sempre recordar, a maior riqueza de Portugal.

 

Consta do enunciado do filme:

"O filme de promoção turística “Portugal, the beauty of simplicity”, foi premiado no sábado, dia 2 de Julho 2011, na Polónia, no Film, Art & Tourism Festival.
Produzido pela Krypton, foi distinguido em Varsóvia na categoria “The best film promoting country, region or city” com o segundo prémio, entre 220 filmes candidatos.
O autor da música é Nuno Maló. Esta música está nomeada para os Jerry Goldsmith Awards 2011 na categoria de "Best Promotion Score".

Parabéns aos autores."

por MrCosmos | link do post

 

 

As Conversas são como as cerejas, uma leva a outra... e parece-me que os post também.

Na sequência do post anterior que publiquei, recordei-me do filme "My Girl" cujo um dos temas incluidos na banda sonora, seria a popularíssima musica com o mesmo titulo, da boys band de 5 afro-americanos os The Temptations (1969).

 

"My Girl", ou "O meu Primeiro Beijo" - titulo em Portugal (no Brasil: "O meu primeiro Amor"), balanceia entre o drama e a comédia, e desconheço se alguma vez foi editado em DVD.

Sei que o tenho em VHS, daquele tempo em que gravar bons filmes passados na TV era um hobby e em que encaderna-los com as capas originais disponibilizadas pela revista TV Guia, era um luxo! Para mim era.

 

A cena do primeiro beijo não deixará ninguém indiferente, tal como uma das cenas finais em que Vada (Howard Zieff) uma miuda obsecada pela morte e cujo pai é "cangalheiro", declama o seu poema "Weeping Willow", e nos deixa perceber a descoberta que constatara ser o seu primeiro amor - ao perder Thomas J. (Macaulay Culkin) de forma trágica. Esta é uma daquelas cenas de levar às lágrimas qualquer um que se tenha deixado envolver pela película de Howard Zieff , mesmo ao maior dos engatatões e durões machos latinos.

 

Este post pode ser lido na continuação de "Mon Dieu: O primeiro beijo e o beijo francês..."

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por MrCosmos | link do post
Com este post (abaixo re-editado), aventurei-me pela primeira vez a opinar na blogosfera acerca de um filme, de forma muito sintetizada.
Até aqui, a ter que opinar, diria que gostava de apreciar uma boa película, mais pelos aspectos e pormenores técnicos e de produção, antes de passar a relevar o seu conteudo.
Não me considero um cinéfilo daqueles de muita hora de sofa com "calo no cu", e isto é um elogio para tais, mas, adoro cinema, e tal gosto - sei hoje - que não pode estar dissociado do facto e dos aspectos técnicos que desenvolvo no dia a dia. Ossos do ofício.
Sobre cinema, mais que ver, ler, e gostar de opinar, não pelo criticar, que tal aptidão é coisa "doutros actores" , gosto de o fazer, para aprender. São evoluções lógicas para quem frequenta os processos de produção, e passei de certa forma a querer melhor observar, para além dos aspectos e pormenores técnicos e de produção. Hoje, não me são indeferentes bons ou maus argumentos, boas ou más mensagens, evidentes ou subliminares. Hoje até podem sair daqui nas linhas de meus posts alguns disparates, riscos de quem opina. O maior desses disparates, por mim assumido previamente como tal, foi ter dito, "de raspão", que o cinema francês conheceu uma fase algo moribunda. Como castigo, desde então, praticamente pelo leitor de DVD lá da sala, só têm passado cinema francês. E o que me têm deliciado...
Em "Crimson Tide" (Tony Scott 1995), o actor secundário Denzel Washington, protagoniza um papel de um carisma tal, perante seu chefe supremo naquelas circunstâncias (Gene Hackman), que me cativaria perante o actor/realizador afro-americano enquanto fã e da forma peremptória que me viria a tornar seguidor, acompanhando de perto toda a sua carreira.
A Postura tomada por Denzel evitaria uma eminente guerra nuclear à escala mundial. O arrepiante, é que este é mais um daqueles filmes de fonte verídica, tal sucedeu mesmo, e um "Imediato" de operações num submarino americano, e consequentemente toda uma cadeia hierarquica, dividida, altamente armada e militarizada, tem de optar entre cumprir ordens superiores, ou confiar na sua consciência, e avançar com um motin perante um cenário de ignição de Gerra Nuclear por ordens superiores infundadas, no entender de vários.
Este episódio, verídico - que motiva ao espectador do filme às mais e variadas sensações entre dúvidas do certo ou errado - obrigou a Casa Branca, inclusive, a ter de rever suas politicas militares, no que toca à ordem final para disparar armas nucleares. Depois desta crise gerada num submarino americano, posto a navegar com o intuito de controlar o "descontrole" gerado pela separação e fragmentação da URSS, passou a caber ao Presidente dos EUA (até ali era decisão e ordem final do homem com cargo militar hierarquicamente elevado, no cenário de combate) a ordem expressa e clara para disparar armas nucleares.
.
Uma nota final para a banda sonora deste filme (Hans Zimmer), que influenciaria e ecoaria, por tantos e demais trabalhos e mensagens, por esses anos e mundo fora.
.
Um filme obrigatório, portanto. Reproduzo então a partir daqui e agora, o post que publiquei, numa altura em que estava na "ordem do dia", politica e mediatica, o despertar de um falso alarme de mini-crise na Georgia, bem como complemento este remake de post, com o comment deixado na altura pela grande observadora, Jornalista Patricia Santos.
.                  Segunda-feira, 11 de Agosto de 2008
. ...... "lITTLE dUCKS, tHERE´S tROUBLE iN rUSSIA"

No filme Crimson Tide - Maré Vermelha (1995),  Gene Hackman  começa por usar essa expressão que consta no tema do post, para iniciar a moralização das tropas de um submarino prestes a partir em combate.

Ainda não percebi bem qual o supremo interesse da Rússia neste episódio que está a decorrer na Georgia, com algum interesse procurarei fazelo nos próximos dias. Mas e a Europa,  acordará mais uma vez tarde para um problema que se lhe semeia nas barbas?

É por estas e por outras que volta e meia comungo da expressão God bless America.

O ambiente está criado para revisitar a  videoteca VHS lá de casa. Com as recomendacões do Mr, ide ver:

 


ficha | Crimson Tide - Maré Vermelha

 

 

MrCosmos às 12:35 link do post

 

.                 de Patrícia Santos a 12 de Agosto de 2008 às 18:10

Quanto às razões posso dar uma ajuda, porque também não percebia porquê e fui procurar a história. Com a queda da URSS a Ossétia do sul foi incorporada na Geórgia, mas com uma postura pró-russia , acabando por proclamar independência em 1992. A independência não foi reconhecida internacionalmente, mas apesar disso a região tem trabalhado num estatuto de autonomia face à Geórgia . Em 2006 fez novo referendo para suportar a declaração de independência , que não foi novamente reconhecido internacionalmente.
Recentemente a Geórgia invadiu a capital da Ossétia do Sul. A Rússia enviou tropas para o terreno, uma vez que apoia os interesses separatistas da região.
Além das motivações políticas na região temos de acrescentar a posição estratégia da Geórgia motivo pela qual é apoiada por Israel e Estados Unidos. Pela Geórgia passam oleodutos e gasodutos que podem por em causa a supremacia na Rússia no fornecimento energético.
Esta tarde já há notícias que dão conta do fim das ofensivas militares, o que é extremamente importante, pois um descontrolar do conflito numa zona daquelas poderia ter implicações graves em termos mundiais. Isto porque a Geórgia membro da NATO, entrada que foi contestada por França, Alemanha, USA, etc. , pois caso a Rússia algum dia declare guerra à Geórgia a NATO será obrigada a intervir em defesa da Geórgia.
Sim, quer dizer que é uma zona explosiva que, num cenário extremo, poderia resultar numa III Guerra Mundial...
por MrCosmos | link do post

...mas é que este artigo merece ser destacado. Temos pena!

por MrCosmos | link do post
sinto-me:

 

 

O Amigo PortoMaravilha trouxe aqui ontem um post autêntico! Eu mudava-lhe era o tema, de Bye , Bye Love ... para ♫ Bem vindo sejas! Again...

Como sei que ele não o fará, e bem vistas as coisas, o post dele tem o tema correcto para o seu argumento, portanto, e se queres o tema que dizes, fá-lo tu, ó Mister...

Então, cá vai. Até porque como verão a seguir, PortoMaravilha tirou-me o pão da boca, com o seu post de ontem :-)) .

 

Diz-nos ele, mais tarde, em jeito de comentário:

"Bom o Vinil está a regressar em força nestas terras. Não sei se é por snobismo ou não.
E os gira discos começam a aparecer nos antiquários à grande e à Francesa."

Bem, Mon Cher, é sabido que a França sempre teve uma medida muito "especifica" ou se quiseres, muito "esquisita" na medição de "grandeza", mas o que se está a passar por todo o mundo quanto aos discos de vinil, é um pouco, aliás, é muito, diferente.

O que se está a passar, é um fenómeno sociológico "de escala planetária", apesar de se verificar em pequenos nichos de aficcionados, e está a suceder por todo o lado. Cá é a mesma coisa. E é, ou começou por ser, um fenómeno popular! Mas se os restantes paises quiserem neste concreto, também eles passarem »à Grande e à Francesa!« do c'est tres chique , não vem mal algum ao mundo, pois de facto, compra-los é barato (5,00€  a 12,00€ o disco usado e novos por pouco mais), e saber aprecia-los e ouvilos é de facto um luxo!

(ps:Nuno, tens de vir corrigir este post, pá! O sapo só corrige texto em pt, é mais xenofobo, ainda, que a França... ;-)


Não se trata, acho eu, de snobismos, elitismos, ou do quiçá...

A revolução digital, entra em força nas nossas vidas, ou casas, com o CD-áudio. Seguem-se, mas com 10/15 anos de demora, os DVD's.

E se o "video don't killed the radio star" , certo é que, o CD mata as cassetes audio e os LP´s de vinil; e os DVD's matam o VHS. Logicamente.

 

Este fenómeno de regresso do vinil que se verifica, e em cada vez maior força, tem que ver com, e vai para, muito além da guerra comercial/industrial interceira. Senão,  veja-se! : a forte relutância e incapacidade dos equipamentos digitais vingarem na indústria de produção de cinema a nivel de câmaras/captação, industria essa cuja força, tem o peso de grandes marcas de renome em equipamentos do sector e a qual ainda levará alguns anitos para destronar a película e assim matar um negócio de milhões do sector de produção cinema, ainda baseada na centenária e boa tecnologia de película fotográfica, com os rolos de 35mm. Mas isto já é outro tema, e neste post não queremos inserir a tag "cinema". Voltarei a esta guerrilha da grande tela em altura oportuna.


»Regressando ao vinil!

 

PortoMaravilha tirou-me o pão da boca antes-de-ontem com o seu post, e, ainda bem! Assim inaugurou ele a nossa nova etiqueta: »«.

Já tinha está rubrica pensada a algum tempo, vem do tempo do gERAÇÃO rASCA, e que passará por trazer para aqui alguns temas em vinil, na tentativa de exibi-los o mais integralmente possível... se bem que para pô-los na net, terão de sofrer algum processo de digitalização! Nada que lhe altere as características. Músicas desmaquilhadas, é o que vos prometo para muuuuito breve.

 

 

Foi muito, muito engraçado. Acabara de comprar online esse disco vinil da foto em cima, uma reedição da Rastilho, produtora de Leiria,  do álbum 88 dos xutos (2009 ), e, a seguir, indo fazer a habitual cosmética necessária para publicar (também sou manicures, sim) o post do PortoMaravilha, e dou com esta temática!

 

Já ando à cata de vinil, a maioria em 2ª mão, nas feiras de antiguidades, de à um bom tempo a esta parte. Recentemente "perdi" uma colecção de cerca de 40 álbuns, alguns dificilmente recuperáveis, num vasto mercado que o vinil tem em venda e troca de usados. Pelo que estou a recomeçar minha colecção, e nem me quero lembrar disso  - adiante...

 

Por aqui, Portugal, por Inglaterra, bem como Espanha também já constatei que não, não é uma questão de grandeza ou snobismo. Eu, pelo menos à 15 anos, que já lá vão, que me deu as saudades, (saudosismo acho que não, pois o vinil tinha deixado as prateleiras das lojas à ainda relativamente pouco tempo) saudades de para além de cumprir o tal ritual que se fala na peça do video no post de ontem: o tirar a bolacha preta do invólucro, colocar o disco no prato, fazer pontaria na trilha correcta para não falhar o inicio da musica, ou então, eu gramo bué, (com um prato de tração motor central, em vez de tracção por correia que são mais comuns e frágeis) aquele gosto único de parar o prato a tocar para confirmar o nome da música, ou duração, na etiqueta central da bolacha preta com 12 polegadas, entre tantas outras coisas únicas num disco de vinil.... pode até ser viciante, cuidado.

Com um prato de motor central, em vez de motor lateral e correia de tracção, podes de facto parar o prato em andamento, não danifica, Podes com ele parado, pousar a agulha na trilha mais facilmente, e ao largares o parto, ele assume a rotação certa, mesmo a mais baixa 33RPM, em menos de 1 segundo. "Motor central" trata-se de uma aplicação pensada para os pratos de Disck Jokeys.

Não foi só o som que modificou, com a entrada do CD na recta final do século XX. Tudo o que é digitalizado é mais maquilhado. O CD Audio, tem um som mais "limpo, sim, sem grainhas e tudo, mas não tem a »pureza de som, candura essa que sobretudo se reflete a "ouvido nu" pelos graves e agudos projectados nos altifalantes, bastando tratar-se de um disco vinil
de qualidade mediana, e um prato "razoável", para o tocar.

Também a imagem digital é mais maquilhada que a analógica. O digital apura e mostra muito mais detalhe, e a questão é mesmo essa, estranha-se (depois entranha-se) porque a olho ou ouvido nu, quando olhamos à nossa volta, esses detalhes não são flagrantemente visíveis ou audíveis, como num ecrã de nossas salas, ou numa aparelhagem estereofónica.

O Digitalizar, é um tratamento de COSMéTICA. É maquilhagem! Mas há quem goste mais DELAS desmaquilhadas, ao natural... Eu gosto!

 


PS: Apreciei o gesto espontâneo do Senhor Nuno, pelo que alio-me nessa de acrescentar a assinatura nos textos. E se para apresentações gosto de dar e que me tratem pelos nomes próprios, já para outras circunstâncias prefiro deixar os apelidos.

PC Jerónimo da Silva

por MrCosmos | link do post

 

Jovial!

 

Um filme que deveria constar de qualquer videoteca que se preze, entre os amantes ou simpatizantes cinéfilos.

 

O modo como "Le Fabuleux Destin d'Amélie Poulain" nos pinta  Paris, em tons vivos e alegres com cenários coloridos onde encaixa a protagonista Amelie (Audrey Tautou) de seu guarda roupa a condizer entre a vivacidade dos verdes e vermelhos, roça o estado de hino à grande tela.

 

 

Com o recurso, e bom abuso, de grandes planos, nomeadamente à cara laroca da protagonista e suas expressões tipo "boneca de porcelana" , Jean-Pierre Jeunet obtém este sucesso do cinema francês, ressuscitando inclusive de certo modo, uma moribunda cinemateca francesa, a qual já não me sentava no sofá por mais de 30 minutos desde as saudosas comédias de Louis de Funes (o meu "Vasco Santana" francês). Mas devo no entanto confessar minha forte ignorância por estes roteiros do cinema gaulês, pelo que mais não me alargarei.

 

Tudo isto aliado ao inebriante perfume da banda sonora  do filme (de Yann Tiersen) , são componentes que levariam a película a nomeação para cinco Óscares em 2002.

Nada menos importante esta referencia final ao toque musical de Yann Tiersen que lançam o mote ou embalam pelos vários estados de alma do filme, ou melhor, do espectador, entre a melancolia, a disputa, marcando o argumento pela tal jovialidade e a rotina do dia a dia. Para a história e sucesso das bandas sonoras ficam temas como La Valse D'Amelie  (no vídeo abaixo) , Le Moulin , Comptine D'un Autre Ete, La Dispute (ouvir aqui) .

 

Nos primeiros 15 minutos deste filme, Jean-Pierre Jeunet lança-nos numa narrativa alucinante que prende o espectador ao ecrã, de forma esplêndida, mas, é a partir de mais ou menos à meio do filme que aparece o grande "senão" que a crítica menos boa não perdoaria, a qual de resto me junto, quando o filme entra num marasmo total, enrolando-se em muito "mais do mesmo" , enquanto Amelie cumpre o seu fabuloso destino de ajudar os outros a encontrar alguma felicidade. Acho que exemplificativo deste "chove-não-molha" que quebra a expectativa empolgante inicialmente lançada, resume-se por exemplo no comentário final que ouvi do meu filho mais velho (16 anos) à poucos dias quando lhe apresentei o fabuloso destino:  "É pá, nem sei se gostei ou não..."

 

por MrCosmos | link do post

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