* qestionante e líbido qb

 

 

"LOST AND DELIRIUS" | Lea Pool, Canadá, 2011

Em Portugal: "A Outra Metade Do Amor" | No Brasil: "Assunto de Meninas"

 

ficha do filme

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"Mel do Monte" é a miúda.

"Miúda" , que é precisamente o nome do agrupamento com este tema musical arrojado, e que conta com Pedro Puppe (OIOAI) nas letras, bem como com Tiago Bettencourt juntamente com Fred (Orelha Negra) nos arranjos musicais.

Mais uma "apadrinada" pela Antena 3, que tem tudo para rebentar em pouco tempo pelas restantes rádios nacionais. veremos...

 

Mais que uma evolução, com a entrada do novo mílénio a música portuguesa tem conhecido uma certa e assinalavel revolução, nos seu vários estilos.

No entanto, este «Com quem eu quero» não deixa de ser um tema tipo "pedrada no charco", pela sua rebeldia. O Albúm para download e mais algumas curiosidades estão disponíveis aqui.

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O

 

Já é percetível para os leitores do Cosméticas que não aceitamos nem toleramos o rótulo de "ninfomaníacos" atribuido a muitos dos utilizadores da plataforma Facebook (FB) , pelo que dissipando qualquer dúvida passa-se a explicar:

Repugnável, é no mínimo como se pode entender a atitude pseudo moralista que a plataforma toma, e à força impõe, ao banir contas de utilizadores que a toda poderosa FB entenda terem violado os seus conceitos éticos / morais na eventualidade de um user ter transigido a ténue fronteira facebokiana de quem  lá coloca publicações de cariz mais ou menos sensual, erótico ou sexual. A questão é essa mesma: a fronteira definida por uma "lei cega", que à minima "pouca vergonha" que entenda algo ser, atira com tudo ao lixo, tipo agência de rating.

Por menos não se pode intrepretar tal atitude da FB - tendo inclusive em conta os "tempos supostamente evoluídos" que correm - de que como estando nós presentes perante a «Madre  FB», ou se preferirem uma nova "Big Sister" contemporânea, a antítese de seu irmão mais velho o "Big Brother".

Esta Madre FB, a Big Sister dos tempos modernos, para além de que tudo espia, escrutina, "bufa" prá rua, ou cujos peidos todos de quem lá anda calhandra com as vizinhas da sacristia - também censura à mínima sem vergonhice, tratando subtilmente seus utilizadores como verdadeiros ninfomaníacos

 

Não é o direito à proteção das mais frágeis suscetibilidades de quem frequenta a rede que questionamos nesta atitude, antes, a questão é a forma como a Big Sister Madre FB censura radicalmente nesse aspecto os seus utilizadores, como se de lixo se tratassem, pessoas e conteúdos que, segundo a Madre FB, prevariquem.

A questão começou a ganhar dimensões amplamente questionáveis para nós, Cosméticas, com este episódio que "denunciamos" há vários meses aqui.

Entretanto, recentemente, a indignação e mensagens correram entre os amigos facebokianos da user Paula Gaspar, entre os quais me incluo e com quem estou plenamente solidário. 

Esta utilizadora da rede social viu a sua página de cariz comercial, a Just Only  - que se dedica a promover "produtos inovadores" - artigos eróticos e sensuais -  ser banida da rede, estando atualmente de novo disponível aqui , tendo corrido uma ampla mensagem de pedido de apoio no sentido de informar e preencher um questionário para a Big Sister Madre FB onde onde explicavam vários que não, não era isso, o que se na sua mente facebokiana poluída e cheia de macaquinhos com teias de aranha de Madre Superiora, se tratava.

Portanto, medo, muito medo com a Pide Facebokiana! Eles andam aí... Muah, ah, ah, ah! 

 

Mas então ó Mister, porque não retiras a tua conta de lá como forma de protesto, já que te queixas e discordas tanto daquilo? Poderão perguntar alguns...

Okay, eu confesso: Este Sermão das Oliveiras todo mais não foi que arranjar uma desculpa toda pomposa para legitimar e conspurcar a net com mais esse vídeo final aí, literalmente um "Tesouro Enterrado" descoberto aqui há dias e parece ser tido como o primeiro de todos os filmes de desenho animado porno o "Buried Treasure".

 

Hilariante! E que rebentava a escala de "Gostos" no Facebook, rebentava...

 

 

Este post pode ser lido na continuação de Facebook : Censura não rima com Arte

Paulo Jerónimo

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Os marinhenses Caruma mostram fazer jus as suas origens.

A Caruma vai além de reforçar um estilo musical em crescente com ares atravessados de Fado Altivo, estilo acompanhado pelos Deolinda, Anaquim, Diabo na Cruz, entre muitos outros, cuja portugalidade está intrínseca e é por demais evidente.

Neste tema por exemplo, "Com a pedra na mão", sem eufemismos e sendo debitado na língua de Camões, é revelador. É a Marinha no seu melhor, que o diga Mário Soares...

Paulo Jerónimo

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Porque é que os Xutos chegaram onde chegaram?

Porque no longíquo ano de 1982, no país de Fátima, onde as velhas usavam bigode e se vestiam de negro, tiveram os tomatinhos no sítio para tocarem Blasfémias destas.

 

Ou porque ainda, neste primeiro álbum "78/82", sem pejo se puseram dedos na ferida como o da trilha sonora abaixo reproduzida, "Mãe", envolta de perturbações ligadas à violência doméstica. Em português, para Português ouvir, sem os subterfúgios duma lingua estrangeira.

De resto aprecie-se o leque de temas do primeiro álbum dos já trintões. Não era pra todos.

 

"Sémen" .1  
"Leo" .2  
"Dantes" .3  
"Falhas" .4  

"Quando Eu Morrer" .5  

"Mãe" .6  
"Quero-te" .7  

"Viuvinha" .8  
"Morte Lenta" .9  
10. "Medo".10  
 "Avé Maria".11  
"Toca e Foge".12  
"Papá Deixa Lá".13  
"Quero Mais".14  

                               

                                 Xutos & Pontapés | Faixa: 06 mãe | Albúm: 78/82  | Ano: 1982

 

Mãe tenho ciúmes do pai   
Quando se deita contigo Mãe   
E te chupa as tetas   
E te esborracha os seios   
E se monta em ti   
E se vem depois. Mãe   
Mãe eu não suporto o pai   
Mãe vou dar cabo do pai   
Quando ele diz Mãe   
Gosta de mim Mãe   
Quando ele diz Mãe   
Gosta de ti Mãe   
Quando ele diz Mãe   
Que nos ama aos dois   
E depois bate sem fim   

 

Eu vim cá para fora   
Toda a gente chora   
Toda a gente berra   
Foste tu   
Foste tu   

    Mãe eu já matei o pai
    Mãe
    Foi uma morte sem dor
    Agora sou só eu Mãe
    Agora és só tu Mãe
    Agora somos só dois
    E depois, e depois
    Mãe
    Morreste também
    Mãe
    Traíste-me assim
    Agora sou só eu Mãe
    E procurei o fim Mãe

    Eu vim cá para fora
    Toda a gente chora
    Toda a gente berra
    Foste tu
    Foste tu
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As Conversas são como as cerejas, uma leva a outra... e parece-me que os post também.

Na sequência do post anterior que publiquei, recordei-me do filme "My Girl" cujo um dos temas incluidos na banda sonora, seria a popularíssima musica com o mesmo titulo, da boys band de 5 afro-americanos os The Temptations (1969).

 

"My Girl", ou "O meu Primeiro Beijo" - titulo em Portugal (no Brasil: "O meu primeiro Amor"), balanceia entre o drama e a comédia, e desconheço se alguma vez foi editado em DVD.

Sei que o tenho em VHS, daquele tempo em que gravar bons filmes passados na TV era um hobby e em que encaderna-los com as capas originais disponibilizadas pela revista TV Guia, era um luxo! Para mim era.

 

A cena do primeiro beijo não deixará ninguém indiferente, tal como uma das cenas finais em que Vada (Howard Zieff) uma miuda obsecada pela morte e cujo pai é "cangalheiro", declama o seu poema "Weeping Willow", e nos deixa perceber a descoberta que constatara ser o seu primeiro amor - ao perder Thomas J. (Macaulay Culkin) de forma trágica. Esta é uma daquelas cenas de levar às lágrimas qualquer um que se tenha deixado envolver pela película de Howard Zieff , mesmo ao maior dos engatatões e durões machos latinos.

 

Este post pode ser lido na continuação de "Mon Dieu: O primeiro beijo e o beijo francês..."

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( Sem bateria no telemóvel ? )

 

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"Muitos psicólogos e muitos psiquiatras demonstraram que não há relação entre o celibato e a pedofilia, mas muitos outros demonstraram que há relação entre a homossexualidade e a pedofilia", disse o cardeal [Tarcisio Bertone], citado pela Reuters." - Salienta uma notícia sobre o tema na ordem do dia de ontem/antes-de-ontem.

 

 

O lobie gay não se fez esperar, e logo quis também esgrimir e ridicularizar o que dissera o N.º 2 do Vaticano. Observe-se por exemplo, aqui:

(JN 2010-04-13, Ana Isabel Oliveira)
Vamos lá desmaquilhar mais este tema repleto de cosméticas... Porque o cerne da questão nesta disputa de argumentos, é outro, e portanto, o que faltou dizer, ou demonstrar  -  com o devido respeito: mais pedófilia, menos pedófilia - é que "O que há, é uma razão lógica entre a homossexualidade e o celibato. No meio disto, existem as vítimas, os mais fracos e inocentes" e nenhum daqueles dois lados, o do Vaticano, ou defesa gay, quis ir por aí... diria eu, pois a menos disso, então ambos agem de má fé, com assuntos melindrosos, porque parto do principio (de certo modo assumido) que os dois lados da barricada sabem (o Vaticano sabe-o, de certeza) mas omitem:
Durante muito, muito tempo, a homossexualidade, que ainda hoje é olhada pela sociedade de qualquer país como contra-natura, e quanto a mim, tem tudo para assim ser olhada, apesar de respeitada, acabou por ser para muitos rapazes que se sentiam oprimidos por tais factos, a descoberta ou o refúgio, empurrão, para a entrada e progressão nos seminários católicos, sendo que à tais pessoas / rapazes, pouco ou nada lhe diria, e custaria inclusive, a regra imposta do celibato. Até daria jeito - justificava-se o porque de não ter, nem nunca se lhe conhecer, mulher ou companheira(s).
Este raciocínio lógico, foi ao que cheguei pelo que me foi exposto por, um Padre, pároco local. Parecendo-me com argumentos, e eventualmente, conhecimento de causa, tão límpidos, cristalinos, quais água benta, essa era a explicação dada à alguns meses poucos, e depois de boas tertúlias, francas e abertas, sobre religião e religiões, e foi o que me justificava ele, perante minha questão colocada, "do porquê", quando as outras religiões - e são imensas as que têm este problema da pedofilia, falei duma delas aqui - o Porquê então de quando as outras religiões se lhes conhecem escândalos de pedofilia, a tendência dos criminosos é basicamente heterossexual, na Igreja Católica, contrariamente a tantas (são mesmo imensas) das demais, a pedofilia praticada é basicamente homossexual.
Eu fiquei esclarecido. o amigo Leitor, não sei.
PC Jerónimo da Silva
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música: os destaques a negrito na citação de noticias, são meus.
.
O desbravar da agulha pelas trilhas da bolacha preta de hoje, pertencente a um dos álbuns LP, dono de uma das grafias mais marcantes de que tenho memória, pelos jogos de tons e cores, acertos e beleza, bem como os encaixes entre a capas e envolucro, parece um daqueles livros de histórias cujas paginas se desdobram e revelam outras formas. Privilégios do formato, para demonstrar noutra altura, pois não será nisso que a cosmética deste post hoje se debruça... Este, acaba por ser a continuação, e o cumprimento de uma promessa feita a nossa estimada leitora Eunice, aquando de seu comentário ao meu post "Mitos, mariquices, e paneleirices" publicado no dia em que Portugal se tornou o 8º país do mundo a aprovar a lei de casamento homossexual.
A Eunice tem este dom, o de perfumar, com "suas poesias", até mesmo temas que para muitos, à partida, lhes tresandaria à "Tabu" - antiga marca de perfume - leia-se.
E foi com este aroma, o que de seguida reproduzo mais abaixo, que nossa amiga, mais uma vez, nos trouxe uma lufada de ar fresco. Acabou recordando-me o tema hoje em destaque pela edição 4 do trilhas do vinil, e, já dizia o grande Veloso, mas o Tripeiro e Português, o Rui, que "O prometido é devido". Já tinha-mos saudades do seu perfume, pela nossa caixa de comentários, minha cara.  Bem aparecida seja,e, recordar é viver!
.                  de Eunice a 9 de Janeiro de 2010

"Mr Cosmos, diga lá : e se o Mário de Andrade tivesse escrito este poema para um homem chamando-lhe amiga, que resultaria? Haveria, na dimensão do Amor, alguma diferença?
Poemas da amiga
Mário de Andrade

Gosto de estar a teu lado,
Sem brilho.
Tua presença é uma carne de peixe,
De resistência mansa e de um branco
Ecoando azuis profundos.

Eu tenho liberdade em ti.
Anoiteço feito um bairro,
Sem brilho algum.
Estamos no interior duma asa
Que fechou."
Caetano Veloso: "Cores, Nomes", LP 1982

MrCosmos a 10 de Janeiro de 2010

"A Eunice perfuma este blog!
Sobre a abertura dos brasileiros: Este fim de semana encontrei o LP vinil de Caetano Veloso "Cores, Nomes" numa feira de antiguidades, (novo, capa de um grafismo BESTIAL!) cuja uma das músicas, com destaque de capa e tudo, é: "Ele me deu um beijo na boca" e caetano veloso diz que gostou, o malandro. :-)

Prometo postar aqui essa música, mais uma promessa... a ser cumprida. "

 

PC Jerónimo da Silva

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Gajo que era gajo, tinha um canivete como o do MacGajo! Nem que fosse dos chineses...

O meu ainda hoje me acompanha :-)

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