Sous le fascisme il fallait payer un impôt annuel pour pouvoir posséder un briquet . L'absurdité du fascisme !

Source : Jornal do Fundão : 25 / IV / 2010

Nuno

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Durante o fascismo quem usava isqueiro tinha que ter uma licença anual para o poder fazer.

Quem não tivesse a dita licença anual era considerado um deliquente.

Na licença, a palavra empregue, para quem dá chama sem licença, é delinquente.

A multa , além da perda do isqueiro , podia variar entre os 250 e 500 escudos. Para os anos 1970 era uma quantia enorme.

Mas já imaginaram a cena dum cavalheiro a oferecer lume a pedido duma dama ? Mostrar primeiro a licença - não fosse ela alguma pide - ou recorrer aos fósforos ?

 

Fonte : Jornal do Fundão : 25 / IV / 2010

Nuno

por PortoMaravilha | link do post
Só visto e comprovado! Contado ninguém (com menos de 35) acreditava!
MrCosmos a 8 de Maio de 2010 às 00:36
" Excellent , très intéressant . A cause du terrorisme ? "

Lo

( recebido por e-mail )

PortoMaravilha a 8 de Maio de 2010 às 21:43
Obra bem, a licença do isqueiro tem uma lógica, pois assim se "fichavam" os seus possuidores, não fosse algum James Bond incógnito andar por Portugal atirando setas inflamadas em vez de chamazinhas elegantes! Tem uma lógica, sim senhor, que é a dos ditadores com complexo de perseguição!

E já que se fala em fumo, adivinhem lá quem escreveu estes versos memoráveis e onde se podem ler:

«Sigo o fumo como uma rota própria,
E gozo, num momento sensitivo e competente,
A libertação de todas as especulações
E a consciência de que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto.»
Eunice a 9 de Maio de 2010 às 22:26
Obrigado Eunice !

Eu tinha pensado que era para defender a indústria da madeira . Mas pensando bem não bate certo.

Penso que tu e Lo tem razão .

Tanto mais que o fascismo já tinha sido esquentado sem isqueiro (lol) aquando do primeiro desvio da história moderna ( Galvão )

Nuno
Este jovem que diz que ninguem com menos de 35 anos não acreditava é um bocadinho inocente...É que isto nos anos do regime não era feito á base de pcs,telemóveis e playstations...O petroléo era um produto para usuarios ricos e vital á economia mundial,logo não era para qualquer um estragar...O que caso não saiba tambem,os isqueiros,não eram daqueles plastificados e descartáveis como pode pensar,isso não existia,mas sim isqueiros a gasolina,daqueles metalicos,e como nessa epoca não haviam para cá energias solares ou hídricas TUDO era feito á base de petróleo logo não era para qualquer um brincar,compreende agora??? Já agora tenho 21 anos,e não me diga que tem a minha idade ou enforco-me imediatamente...
Tiago H a 10 de Maio de 2010 às 15:59
Tiago H,
Primeiro, tentava "ironizar" no comentário inicial. Ou isso não é perceptível... ou, tudo bem, comungo do mesmo sentimento de "inocência", na sua interpretação.

Segundo, e mais relevante, o prisma em que apresenta esta questão. Só vem enriquecer este post, pelo argumento que me parece válido e pertinente, o que apresenta. Ainda bem. O que tal não deixa, é de me parecer e transparecer, o atraso que Portugal detinha (e detém) na abordagem de temas como este.

Tratando-se de um produto/combustível "caríssimo" como salienta, e perante seu argumento, o valor do mesmo não bastaria para que fosse, ou não, mais ou menos "desbaratado"? Licenciar a questão é que se impunha!
Falamos do ano 1970, certo? Nos anos 50, talvez eu não acha-se a questão irrisória...) Agora tal Licença nos anos 70, parece-me tão ridícula, como ridículo era exigir licença de condução, registos de propriedade, matriculas, etc... para biciletas (!) nos finais dos anos 80, quando pelo visto (?), ainda não era o Tiago nascido. Deixa-me corrigir/complementar: Parecia ridículo a um puto (eu) que regressava a Portugal quando o Skate era o último grito e em voga de onde vinha (demorou quase 10 anos a chegar cá), e neste país, dar umas voltas de bicicleta (que não fosse a do pai), era o divertimento mais "evoluído" (mas "ilegal" na maioria dos casos) e que só estava ao alcance de filhos das classes média, media-alta.

Off topic, ou talvez não: O que faz confusão a muita gente neste país, alguns com saudosismo dos velhos tempos, é que agora, os PC´s, Playstations, telemóveis (como os automóveis casa própria, etc) estejam acessíveis facilmente a qualquer um. Na convicção de outros tempos, tal continuaria a ser "brinquedos" só para alguns. Logicamente não estou a personalizar a questão.
Ao Tiago H resta-me agradecer ter-me "picado" :-) para alargar o primeiro comentário.




MrCosmos a 10 de Maio de 2010 às 17:55
Eu continuo a pensar que o Fascismo ( e não o regime ) pedia uma licença a quem usasse isqueiro com medo que de uma faísca nascesse uma bomba.

Há que lembrar que era caríssimo fumar em Portugal e por isso se vendiam cigarros a vulso.

Muitas casas , não forçosamente da classe média alta , tinham fogareiros a petroleo para aquecer as peças da casa no inverno . Sobretudo, no Porto e norte onde a húmidade era grande. Queda saber se os proprietários dos ditos fogareiros pagavam impostos por estes. Não creio.

Há que notar que a peça indica que a multa é a dobrar para os funcionários de estado. O governo fascista já não acreditava nas suas tropas ? Lol !

Ou seria que o Fascismo andava preocupado com a saúde da sua gente ? Mas nesse caso porque pedir para que cada Português bebesse vinho ?

Nuno
PortoMaravilha a 10 de Maio de 2010 às 22:51

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