Uve Seeler é um jogador de futebol, hoje em dia, desconhecido ou esquecido.

Contudo, as estatísticas não mentem. Partilha com Pelé uma proeza estatística fora de série no âmbito da História mundial do futebol.

As suas palavras, como antigo jogador de futebol, são questionantes, no que diz respeito à memória da história e da Humanidade.

 

Na entrevista dada à revista So Foot, deste mês de Outubro de 2011, afirma:

"Foi só na escola que soube o que tinha feito Hitler. Naquela época, tinham-no vendido de modo diferente. É como hoje na Líbia: Não se pode imaginar que se possa fulizar o seu próprio povo."

 

Fonte e Foto: So Foot, Out de 2011

Nuno

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Os mercados não aprovam, os mercados preocupam-se...

E se substituíssemos a palavra mercado por especuladores?

E se substituíssemos a palavra especuladores por falsários?

Talvez fosse mais Claro?

Não acham?

 

Imagem: Vinheta da Bd Tintin:  L'île Noire

Nuno

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Comentava o Marco Pereira ontem no Facebook que "Este tempo tem coisas estranhas. Passamos da semana passada de alerta vermelho de risco de incêndio para alerta laranja de risco de inundações..."

E no mesmo dia aparecia este excelente vídeo (Link) , um dos 8 lançados à votação para uma mostra-concurso no Portal Portugal Vídeo.

Ó tempo, volta para trás...

 Este post pode ser lido na continuação de Star Wars e Ecologia

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Nunca fui testemunha de Jeová.

Não farei qualquer comentário quanto à crença de cada um ou cada uma. Penso que a crença releva da esfera privada.

E respeito isso.

Em contrapartida, fiquei meio atónito quando descobri este panfleto na minha caixa de correio.

As Grandes Descobertas Portuguesas nunca existiram? A Conquista do Oceano Atlântico nunca existiu?

 

A Carta de Pêro Vaz de Caminha que faz parte dos textos da memória da humanidade, segundo a Unesco, será que nunca existiu?

Ou será que a cultura Índia destrói mitos  (Link) ?

De Roma chega-se, por magia, aos Estados Unidos?

 

Foto: Panfleto das Testemunhas de Jeová Francesas de 2011.

Nuno

por PortoMaravilha | link do post

 

De tudo um pouco, muita baboseira e comentários se vão ouvindo, lendo e "manifestando", sobre a austera situação que se vive no país.

E entre tanta indignação, segue-se um dos comentários mais "indignados" que encontro até hoje, enviado por um leitor deste post que fora destacado hoje pela homepage do Sapo, e ao qual lanço daqui o meu singelo aplauso. De pé!

 

É que, não raras vezes, entre tanta boçalidade, é também nas caixas de comentários que se encontra o que de melhor reside na blogosfera.

 

__________

 

"Comentário de CAFARA a 17 de Outubro de 2011 às 16:15

 

Depois de ler o post e ver alguns comentários, concordo com algumas coisas, sim é verdade. Quem sofre com tudo isto não se manifesta, (embora tenha visto na TV alguns beduínos " que nem banho tomam "coitados" a reclamar só porque a TV existe.)
Depois de tanto se falar eu ainda não ouvi nenhum intelectual, dizer onde e como se deveria "cortar" até aqui ninguém é diferente do governo, ou seja sabe que tem de cortar mas não sabem onde. Eu digo-vos, trabalho desde que fui voluntário para a FAP em 1985, nunca tive férias, casei, comprei casa, tenho 2 filhos e nunca ninguém me deu nada. Trabalhei... Poupei... e hoje continuo a trabalhar aos fins de semana, na lavoura, coisa que 10.000 Portugueses não sabe que existe. Eu e minha mulher trabalhamos mais de 10 horas por dia, já fomos despedidos, a empresa onde a minha mulher trabalhava faliu e lá se foram meses de trabalho e subsídios , nós sabemos o que é sofrer quando muitos energúmenos gozavam férias no Algarve com dinheiro do banco. Nós pedimos dinheiro ao banco para comprar casa e esta está quase paga 15 anos depois (o credito era para 30 anos), depois de ser despedido constitui uma empresa que também atravessa dificuldades mas ainda não desisti e sabem porque? Porque nunca ninguém me deu nada e até o meu pai só me dava se eu merecesse. Agora existem os indignados, e eu pergunto indignados porquê? Porque estudaram nas universidades publicas pagas com os meus impostos? Porque tem um RSI suportado com os meus impostos? Porque tem um apoio ao arrendamento suportado com os meus impostos? Porque tem um sistema de saúde suportados pelos meus impostos? Porque querem que o estado lhes dê um emprego, suportado pelos meus impostos? Trabalhem peçam terra e cultivem-na nas horas vagas em vez de impedirem os outros de trabalhar, produzam... lembrem-se daquele senhor que foi á procura de trabalho e disse ao possível empregador que estava ali para lhe dar lucro e não á procura de emprego. Esse é o espírito trabalhar, render...só assim se consegue alguma coisa. Este povo filho de uma Nação Valente e Imortal, está a deixar revoltados os seus Egrégios Avós, esses que nos fizeram chegar á vitória da liberdade, da paz e do pão. Basta! Levantem hoje de novo o nosso Esplendor , levantem-se das Brumas do desemprego, garantam a vitória. Esqueçam aqueles que vos oferecem doces, é para vos enganarem "tolos". Eu sou um indignado por saber que existem indignados sem saber porque?
Imaginem se algum desses indignados, fosse lançado no alto mar com intenção de os eliminar, alguma vez eles iriam cruzar os braços e esperar morrer afogados, como era inevitável ? Não eles lutariam até que a morte os vencesse, nunca desistam de deixem-se de americanices e lembrem que são lusitanos e o nosso Hino é realmente importante para aumentar o nosso ego.
Tenho dito. "
_____________
Este post pode ser lido na continuidade de "Los Indignados Olvidan el Essencial: Sea, Sex & Fado"
por MrCosmos | link do post

 

 

 

 

Greenpeace recorreu, com grande sucesso, à saga Star Wars para denunciar o perigo que certas multinacionais apresentam para o meio ambiente e o futuro do nosso planeta.

 

Foto: Revista, Greenpeace, Out-Nov 2011, p.8

Este post pode ser lido como a continuação de Facebook: Carvão no Porão?

Nuno

por PortoMaravilha | link do post

 

 

 

"O cinema é só uma maneira de falar do tempo que passa..."

 

Fonte: Blutch, BDCAF'mag, nº39, Set-Out de 2011, p13.  / Imagem: Capa da Bd de Blutch.

Este post pode ser lido como a continuação de A BD e o Elixir da Eterna Juventude

Nuno

por PortoMaravilha | link do post

 

 

Comemoram-se hoje os 868 anos da fundação de Portugal segundo o Tratado de Zamora (1143) que legitima a indepêndencia de Portugal, a mais antiga nação viva da Europa, e uma das mais antigas do mundo.

 

Mas oficialmente, comemoram-se os 101 anos da instituição do regime republicano em Portugal.

Independentemente das guerras ideológicas de regime, quando se atira às urtigas a própria data de nascimento de alguém, haverá com certeza alguma coisa que não bate bem...

por MrCosmos | link do post

 

 

 (clicar para aumentar / cliquez pour agrandir)

 

A Bd Portugal não é uma obra de leitura fácil.

Se o belo grafismo do autor, Cyril Pedrosa, é fácil e deslizante, já menos poderão ser os sentimentos complexos que o autor trata na sua obra.

Não creio que esta Bd seja uma obra, meramente, autobiográfica.

Existem, todavia, nela aspectos que reenviam para a memória: Simon Muchat, autor de Bd, deixou de ter inspiração criativa e parte em busca das suas origens, desaguando em Portugal. E desagua em Portugal porque é convidado para um festival de Bd.

 

Portugal é o país do avô de Simon Muchat. E Simon Muchat descobre, pouco a pouco, uma parte das suas origens.

A reflexão que nos livra Cyril Pedrosa é leve. Mas, ao mesmo tempo, grave porque questiona as relações que os adultos podem ter com o seu passado e com a sua infância.

Esta Bd é, actualmente, um dos maiores sucessos da "Rentrée", sendo destacada quer nas livrarias especializadas quer nas revistas especializadas.

O Albúm foi editado graças ao apoio do "Centre National du Livre".

E, graças a este apoio, a Bd não foi publicada, passem-me a expressão, em fatias de salpicão, ou seja, em folhetins.

 

Foto: Prancha da Bd.

Nuno

por PortoMaravilha | link do post

 

 

Entrevistado pelo cinéfilo Mário Augusto acerca da estreia de se novo filme no papel de Johnny English, Rowan Atkinson assume que parou com o personagem de Mr. Bean porque via o mítico  e bem sucedido "Sr. Feijão" como um Personagem de Banda Desenhada, e em BD os Personagens não envelhecem.

 

Logo, persistir o ator em interpretar Mr. Bean na tela seria envelhece-lo e , interpreto eu segundo seu argumento, deteriora-lo.

Sim, faz sentido.

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