A maior parte das pessoas que nunca leram Bd Manga pensam que esta é optimista. E que não é violenta.

Educadas no universo dos Disney e no universo de outras Bd, onde, muitas vezes, não existe violência física mas mental, a maior parte das pessoas esquece que não existe nenhuma Bd anti-violenta.

A violência existe na Bd e na Bd Manga. O que muda é a sua representação gráfica.

Joseph

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E quem diz a verdade não merece castigo! :-)))

 

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Os escritos recentes da historiadora Norte Americana, Wendy Lower, assinalam que milhares de Alemãs participaram, activamente, no Holocausto!

Até hoje, pouca importância, ou quase nenhuma,  se tinha dado às mulheres quanto à sua participação no Holocausto.

Eis um estudo que questiona a historiografia que é sobretudo centrada sobre a história feita por e para os homens !

 

Este post deve ser lido como uma continuação de " Maus : Uma obra prima da Bd "

Foto : L'actu, 14 de Set de 2010

Nuno

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O debate é violento, "entre aspas", entre fãs de Madonna e fãs de Lady Gaga !

História de gerações ou incompreensão do que é uma progressão artística ?

Continuidade ou ruptura ? Pergunto eu.

 

Desenho : Libération, 27 de Agosto de 2010, p.40

Nuno

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O último número da revista "So Foot", Setembro 2010, dedica cinco páginas a uma entrevista com José Mourinho.

Nada de novo, exceptuando estas duas réplicas dignas de registro que passo a traduzir :

 

"Sou um Português muito atípico porque, em geral, o Português tem saudades de Portugal e eu não. Não conheço a Saudade. Não sou um Português que quer voltar, não quero trabalhar num clube Português, não quero viver em Portugal, mas sou um Português que gostaria de fazer algo de importante "    [...]

"Gosto muito de Gabriel Garcia Marquez, mas tenho pouco tempo para o ler "

 

Estas duas réplicas parecem-me ser a imagem de José Mourinho. Um homem sem discurso sobre o mundo e que funciona com pequenas frases que procuram esconder o vazio do seu pensamento fora do mundo do futebol.

 

Fonte : "So Foot", Set 2010, pp. 72-73 |Foto : "So Foot", Set 2010, p. 71

Nuno

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Dia da Defesa Nacional obrigatório para as mulheres (link)

 

O argumento político é o de que se trata de uma questão de igualdade de direitos e deveres entre géneros (argumento que me convence).

Ou seja, a partir de hoje, em Portugal, cidadãos homens ou mulheres, militarmente deixam de ter distinção.

Mas a realidade é que uma coisa é reclamar por direitos, outra é encarar as obrigações.

 

Às armas, minhas senhoras, às armas, sobre a terra e sobre o mar...

 

PC

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Sem rir, Sergey Brin,  o co-fundador de Google apresentou, esta quarta-feira , a nova dinámica da pesquisa do site e declarou : " Queremos que Google se torne o terceiro hemisférico do seu cérebro ".

George Orwell, pintou e conceptualizou a polícia do pensamento com a sua obra : 1984 . Ou seja, o conceito do "Big Brother".

A obra de Orwell pinta um mundo terrível e totalitário.

 

E eu continuo a perguntar se "Google sabe traduzir Fernando Pessoa?"

 

Fonte : Libération, 10 de Set de 2010. | Foto : El País, 4 de Agosto de 2010.

Nuno

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O Mito Brigitte Bardot está a renascer.

Nestes tempos de " turboliberalismo" marcados pela regressão da condição humana e, logo, da condição da mulher, os criadores de moda re-descobriram Bardot.

Bardot foi símbolo da liberdade feminina e da sedução sem entraves num passado recente.

Hoje os vestidos, sapatos, bolsas, chapéus, perfumes ... tentam recuperar essa imagem de liberdade assumida e alegre que Bardot simbolizava na tela. 

Como se o passado pudesse afugentar a crise e a opressão das mulheres...

 

Imagem : " Le Monde Magazine ", 17 de jul de 2010, p. 59.

Nuno

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A revista "Les Cahiers du Football" , infelizmente, morreu por razões financeiras.

Ficou o site que continua a existir e a publicar textos muito interessantes.

O texto que aqui segue, já  foi publicado no blog " Bibo Porto Carago " , em 31 de Março e 1 de Abril de 2008.

É a tradução dum artigo que foi publicado no site da revista. E que me parece de muita actualidade.

Nuno


 

»Mentiras e limites da câmera de futebol !

 

A arbitragem vídeo é continuamente atirada para a arena dos grandes debates. A arbitragem vídeo é um recheado de primeira importância no futebol. Quase sempre apresentada como inelutável e empacotada em belos discursos de propaganda, a arbitragem vídeo apenas comporta uma minoria de medidas, realmente, aplicáveis.

É um erro enorme acreditar na infalibilidade das imagens vídeo e na capacidade destas em poder resolver todos os casos de figura. O famoso exemplo do Brasil-Noruega, no Campeonato do Mundo, em que todas as câmaras acusavam Flo de ser um simulador (só que, dois dias mais tarde, o ângulo duma outra câmara, colocada nas bancadas, o desculpava totalmente), chegaria para provar os perigos de uma tal credulidade. A solução milagrosa que nos é gabada, está muito longe de ser tão fiável e indiscutível como se quer pretender, quando deveria, isso sim, justamente, apresentar uma margem de erro mínima.

Se dois terços das acções podem ser avaliados sem qualquer dúvida, haverá sempre uma fracção em que a decisão dependerá de elementos extremamente ténues. São, efectivamente, estas acções que já levantam problema, e que a vídeo não saberá resolver melhor (faltas discutíveis, mãos (in) voluntárias, foras de jogo no limite...).

Quantas câmaras lentas não provocam interpretações totalmente opostas? Quantas outras não produzem verdadeiras ilusões de óptica (tal como as “lupas” que transformam os choques violentos em embates inofensivos) ou falseiam a perspectiva? (os comentadores que apreciam os foras de jogo à primeira vista, com um grande à vontade, deveriam ser premiados com aulas de óptica).

Certas faltas aparecem com rostos, totalmente, diferentes, segundo o que se quer mostrar nas imagens. Basta ouvir os comentadores, ou os adeptos que se auto-persuadem, perante as câmaras lentas, vendo só o que querem ver, dando erros de interpretação incríveis e próximos da alucinação.

Nos casos de fora de jogo, é, por vezes, impossível traçar uma linha indiscutível que possa desempatar atacantes e defesas. Por outro lado, qual seria a medida exacta do fora de jogo? O metro, o decímetro ou o centímetro?

Por fim, para obter uma fiabilidade satisfatória, seria necessário imaginar câmaras que se pudessem deslocar, constantemente, junto do eixo do primeiro atacante ou sistemas electrónicos que reconstituissem, virtualmente, as posições. Ou, veja-se, um sistema de constelação de bóias que daria conta, exactamente, da posição de cada um ... enquanto tais soluções não virem o dia, podem arrumar as câmaras.

Um remédio pior que a doença.

Muitas (demasiadas) decisões dos árbitros provocam a ira dos adeptos. Mas o que seria das que seriam tomadas a sangue-frio a partir de imagens que cada um poderia julgar por si próprio? Se um erro no culminar da acção é compreensível, uma decisão contestada aprovada por um júri invisível provocará uma incompreensão ainda maior e reacções ainda mais violentas.


Exemplo: o pénalti apitado contra Rabesandratana em favor de Ravenelli tinha suscitado (e suscita ainda) versões irreconciliáveis. Se uma “comissão” vídeo tivesse tido que julgar, num sentido ou num outro, o escândalo e a animosidade teriam sido deculpados. Chegar-se-ia a um resultado totalmente contrário ao desejado: multiplicar-se-iam as acusações de corrupção, de parcialidade ou de incompetência.


Uma colossal asneira arbitral dramática depende da fatalidade tal como o mau ressalto. De que dependeria uma decisão contestável provinda duma comissão? O árbitro faz parte do jogo... é o caso das câmeras lentas?

Às promessas duvidosas da solução “tout-vídeo” preferimos, finalmente, o bom velho erro de arbitragem, mesmo se certos devem ficar na história e, dolorosamente, nas memórias (Schumacher, Vata, etc.). Estas injustiças terríveis (que uma justiça imanente consegue, muitas vezes, restaurar com o fio dos tempos) fazem a magia deste desporto, acentuando o seu carácter dramático ou trágico e alimentando a intensidade das emoções que ocasiona. É, realmente, possível imaginar uma final do Campeonato do Mundo, ou qualquer outro desafio, cujo destino é pautado por um grupo de peritos sentados em frente de ecrãs?

 

Um crime contra o jogo!«


Temos todas as razões de temer a transformação do futebol num desporto norte americano. Ora, sabemos que uma uma das primeiras qualidades do futebol assenta na continuidade do jogo. Uma continuidade que é preciso amelhorar. As medidas que dizem respeito à saída dos lesionados, o desconto objectivo das paragens de jogo (que dissuadiu um pouco os que querem ganhar segundos) ou a aparição de várias bolas à disposição dos apanha-bolas foram feitas nesse sentido. As interrupções incessantes para consultar as imagens constituirão um dano grave a este princípio, triturando o jogo e cortando o seu ritmo.

O futebol americano ou o rugby são duas modalidades que alternam as fases de jogo e as pausas e, por isso, a intervenção da vídeo não põe, gravemente, em causa a sua natureza. As coisas são, totalmente, diferentes para o nosso futebol em que já não serão só certas equipas Italianas a querem quebrar o ritmo para preservar um resultado, mas o próprio sistema de arbitragem. Evidentemente, a qualidade do jogo sofrerá como a do espectáculo com o suplício de interrupções constantes.

Onde se poderia aplicar o limite, o patamar de intervenção do sistema (vídeo)? Como decidir que uma acção merece mais que outra o recurso à imagem vídeo? Depressa seríamos arrastados a multiplicar as idas e voltas aos bastidores e, rapidamente, uma mínima falta poderia ser discutida. Há ,também, uma outra pergunta sem resposta e um outro vício do sistema (vídeo). É o próprio prazer de ver um desafio que ficaria transtornado. Conheceríamos o absurdo de ver um golo anulado um longo período após a acção, habituar-nos-iamos a deixar ir todas as jogadas até ao seu termo, para que, finalmente, uma sobre dois fosse anulada... A alegria do golo seria diferente, já que seria necessário esperar o veredicto dos juízes-vídeo. Enterradas as explusões de felicidade (ou as depressões passageiras) vendo a bola entrar nas redes. Seria necessário congelar as nossas emoções e esperar o momento crucial: Não o remate à meia volta, mas a sanção dos juízes-vídeo sobre uma posição de fora de jogo.

»Quem lucra com o crime?

A utilização da vídeo beneficia do trabalho do mais terrível dos lobby: a televisão. Desde há anos, e, de maneira crescente, os jornalistas da tv são os seus primeiros promotores pela simples razão que utilizaram sempre a vídeo para arbitrar os jogos.

São eles que têm um prazer doentio em dissecar, indefinidamente, as faltas e, sobretudo, os foras de jogo, passatempo estúpido que consiste em epilogar sobre acções acabadas e ajuízadas. Esta acusação sistemática da arbitragem, este processo, “com imagens a apoiarem”, do corpo arbitral , lapidado com “câmaras lentas” e frases assassinas, é o facto de estes profissionais cuja “competência” seria, definitivamente, consagrada pela introdução massiva da vídeo no coração do jogo.


A televisão impõe, progressivamente, as suas tecnologias, os seus cenários , as suas exigências e gostaria, em breve, arbitrar os jogos desde os seus bastidores, instalar-se no centro da acção e da história. A transformação du futebol num puro espectáculo televisivo conhecerá, então, uma nova etapa. É bem isso o que todos querem ? Os partidários da vídeo apelam, frequentemente, à chantagem da modernidade, denunciando o arcaísmo dos métodos de arbitragem na época das tecnologias de ponta. O Futebol é , contudo, um desporto arcaico, a sua longevidade e o seu poder de fascinação têm, certamente, qualquer coisa a ver com estes fundamentos.

Este requisitório não utilizou o argumento clássico da impossibilidade de estender esta medida (vídeo) a todos os níveis da prática da modalidade, sabendo-se que, até hoje, as leis do jogo são universais.

Uma verdadeira reflexão sobre a arbitragem é , efectivamente, mais do que nunca necessária. Antes de evocar pistas mais realistas parece indispensável começar o dossier sobre a arbitragem pondo de lado, desde o início, a pior das soluções (sistema vídeo) que, infelizmente, não é a menos defendida.

- fim -

obs: Tentei, nestas duas partes, elaborar uma tradução fiel. Apenas cortei uma ou outra referência que me pareceu sem importância quanto à significação global do texto. A sua tradução, referindo o campeonato Francês, levaria para um sistema de notas. O que provocaria uma leitura fastidiosa.


O debate está aberto !
E Viva o Porto !

por PortoMaravilha | link do post

 

 

A França já repatriou desde o início deste ano mais de 8000 ciganos, oriundos da Roménia e Bulgária (link).

Se por um lado o livre trânsito entre países membros é garantido pela União Europeia, por outro uma das condições para que isso se verifique é a de que tais residentes têm de dar mostras de que trabalham, ou que possuem recursos suficientes para não virem a tornar-se uma carga social no país de acolhimento.

 

A polémica está instalada, mas sendo este um problema cujo foco está direccionado para "la grande mère Francesa", está a ser tratado com pinças pela UE .

Ciganices, xenofobia, ou legítimas questões?

A comparação e crítica à Sarkozy, como um pequeno Hitler dos tempos modernos, começa a ser inevitável. E as mostras de fragilidade do sistema europeu, também.

 

Foto: AFP

PC

por MrCosmos | link do post
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Este fenómeno tomou tal dimensão que o "Time Magazine" qualificou os seus adeptos de "retro sexuais".

É um fenómeno que alcançou proporções gigantescas nas redes sociais da internet.

 

O que leva os "retro sexuais" a olharem para o retrovisor da sua vida ?

A curiosidade ?

A saudade do paraíso perdido, ou seja, o desejo de regressar à inconsciência da juventude ?

Um desejo inconsciente de vingança ?

O desejo de completar uma estória inacabada ?

O desejo de tirar o balanço da existência ?

Ou, talvez, pura e simplesmente, afugentar o medo da morte ?

 

Internet ou não internet continuamos humanos.

E tanto melhor !

 

Foto : Imagem do filme Broken Flowers de Jim Jarmusch

Nuno

por PortoMaravilha | link do post

 

Tal como era censurável que as autoridades portomosenses se mantivessem arredadas das comemorações da Batalha de Aljubarrota, parecem-me louváveis as aparentes tréguas verificadas na organização das comemorações, e onde finalmente se pode constatar, pela primeira vez, uma defesa condigna dos interesses e da memória portomosense, com a participação do Município de Porto de Mós na organização conjunta (com a Fundação Aljubarrota e o Município da Batalha) das habituais comemorações assinaladas há cerca de 15 dias.

 

Entre 1383 e 1385 os tempos em Portugal foram de crise política, guerra civil e anarquia.

Fruto das pelejas constantes entre os dois reinos vizinhos, que procuravam a sua consolidação no território da Península Ibérica, a coroa portuguesa colocou-se numa posição frágil resultante de um acordo de paz (Salvaterra de Magos, Março de 1383) quando seu rei, D. Fernando I acede a que o filho varão que nascesse do casamento de sua filha única, D. Beatriz, com D. Juan I de Castela, herda-se o reino de Portugal. Tal posição era mal vista pela maioria dos portugueses que entendiam ser grande o perigo de união dinástica de Portugal com Castela, caso D. Beatriz viesse a falecer antes de seu marido, e sem filhos.

Perante a resistência de Portugal a ser subjugado por Castela, os portugueses unem-se em volta de D. João, mestre da Ordem de Avis, aclamado pelas cortes em Coimbra (Abril de 1385) como sucessor do trono.

 

Foi neste contexto de crise e guerra que a povoação de Porto de Mós e o seu castelo tomaram o partido de D. João I e acolheram as suas tropas, comandadas por D. Nuno Álvares Pereira, na véspera da grande batalha que viria a afirmar definitivamente Portugal como uma nação sólida e independente. Foi nos terrenos de Porto de Mós que se travou a mais célebre e importante das batalhas portuguesas. Batalha essa que confirmou Portugal, para além de uma nação reconhecida, como um povo de querer e vontade afirmativa.

 

Que Porto de Mós e o seu Município saibam, neste concreto e definitivamente, “sair do armário”.

PC Jerónimo da Silva

publicado no Jornal 'O Portomosense' de 02/09/2010

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