Segundo um estudo Americano, a proporção de pessoas idosas com mais de 65 anos aumenta em ritmo acelarado. Um fenómeno que também toca os países em vias de desonvolvimento.

 

Por volta de 2015, a proporção mundial das pessoas idosas com mais de 65 anos ultrapassará a das crianças com menos de 5 anos, pela primeira vez na História da Humanidade.

( Fonte : La Croix / Phosphore , Les Dossiers de l'Actualité, Setembro 2009 , p. 19 , Charles Montmasson ).

 

Isto põe em causa , fortemente, os presságios alarmistas sobre a "bomba demográfica".

 

Por outro lado, isto deverá perturbar as relações socias no Mundo.

Pergunto-me  : Será que o  Homme Sapiens vai entrar num novo patamar da sua evolução ?

 

E Viva o Porto ! 

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ERRO DE PORTUGUÊS

 

Quando o português chegou

Debaixo duma bruta chuva

Vestiu o Índio

Que pena !

Fosse uma manhã de sol

o índio tinha despido o

o português.

 

( Oswald de Andrade - Poesias Reunidas- Rio 1945 )

 

Ou então ...

 

" Enquanto os Espanhóis mandavam comissões de inquérito para pesquisarem se os indígenas tinham uma alma ou não , estes últimos empregavam-se a imergir os prisioneiros brancos , afim de vigiar, graças a uma atenção prolongada, se o seu cadáver obedecia , ou não, à putrefacção. ( ... ) . O  Bárbaro  é , antes de tudo , o homem que acredita na Barbarie ".

 

( Lévi-Srauss- Race et histoire -pp. 21-22 -ed. folio essais )

 

A fotografia , aqui junta, representa um dos primeiros Indíos Panará  a entrarem em contacto com os brancos. A fotografia data de 1973 e foi tirada pelos irmãos Villas Bôas. Foi tirada no momento em que aparece junto à margem do rio.

 

( Fonte Télérama -2005 ) 

E Viva o Porto !

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Um Olhar sobre a poesia Surrealista Portuguesa !

 

BREVE

 

Bom, diz ele,

Dia, diz ela.

 

Vamos ? , diz ele,

Não ! , diz ela.

 

Que há ? diz ele,

Nada ! Diz ela.

 

Então, diz ele.

Adeus ! , diz ela.

 

Alexandre O'Neil ( Portugal ) , 1979.

 

Obs : Breve : Carta pastoral do Papa relativa a assuntos privados.

 

E Viva o Porto !

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O texto que segue não é meu !  Apareceu um dia na net , já há anos. Apareceu de modo anónimo. Sem autor e sem data.

Decidi guardá-lo porque se trata duma criação que, debaixo dum excelente domínio da narrativa escrita , nos remete para a nossa vivência da oralidade e do dia a dia. Que se trate de elaborar uma tese, arranjar trabalho, engatar, desengatar e etc e tal ... eis um parecer da vida. Há quem esteja de acordo como há quem não esteja.
 
Leiam :
 
Num dia lindo e ensolarado o coelho saiu de sua toca, com o notebook,
e  pôs-se a trabalhar, bem concentrado. Pouco depois passou por ali uma raposa, e viu aquele suculento coelhinho tão distraído, que chegou a salivar.
No entanto, ela ficou intrigada com a atividade do coelho e
aproximou-se, curiosa:
- Coelhinho, o que você está fazendo aí, tão concentrado?
- Estou redigindo a minha tese de doutoramento, disse o coelho, sem tirar os olhos do trabalho.
- Hummmm... e qual é o tema da sua tese?
- Ah, é uma teoria provando que os coelhos são os verdadeiros
predadores naturais das raposas.

A raposa ficou indignada:
- Ora!!! Isso é ridículo!!! Nós é que somos os predadores dos
coelhos!
- Absolutamente! Venha comigo à minha toca que eu mostro a minha
prova experimental.
O coelho e a raposa entram na toca.
Poucos instantes depois ouvem-se alguns ruídos indecifráveis, alguns poucos grunhidos e depois... silêncio. Em seguida o coelho volta, sozinho, e mais uma vez retoma os trabalhos
da sua tese, como se nada tivesse acontecido.
Meia hora depois passa um lobo. Ao ver o apetitoso coelhinho tão
distraído,
agradece mentalmente à cadeia alimentar por estar com o seu jantar
garantido.

No entanto, o lobo também acha muito curioso um coelho trabalhando naquela concentração toda e resolve então saber do que se
trata aquilo tudo, antes de devorar o coelhinho:

- Olá, jovem coelhinho. O que o faz trabalhar tão arduamente?
- Minha tese de doutoramento. É uma teoria que venho desenvolvendo há algum tempo e que prova que nós, coelhos, somos os grandes predadores naturais de vários animais carnívoros, inclusive dos lobos.
O lobo não se conteve com a petulância do coelho:
- Ah! Ah! Ah! Ah! Coelhinho! Apetitoso coelhinho! Isto é um despropósito.  Nós, os lobos, é que somos os genuínos predadores naturais dos
coelhos.

Aliás, chega de conversa...  
- Desculpe-me, mas se você quiser eu posso apresentar a minha prova
experimental. 
Você gostaria de acompanhar-me à minha toca? 
O lobo não consegue acreditar na sua boa sorte. Ambos desaparecem toca adentro. 
Alguns instantes depois ouvem-se uivos desesperados, ruídos de
mastigaçãoe...
silêncio.
Mais uma vez o coelho retorna sozinho, impassível e volta ao trabalho
da redação da sua tese, como se nada tivesse acontecido.
Dentro da toca do coelho vê-se uma enorme pilha de ossos ensanguentados e pelancas de diversas
ex-raposas e, ao lado desta, outra pilha ainda maior de ossos e
restos mortais daquilo que um dia foram lobos.
Ao centro das duas pilhas de ossos, um enorme LEÃO, satisfeito, bem
alimentado, palitando os dentes.

MORAL DA HISTÓRIA:
1. Não importa quão absurdo seja o tema de sua tese;
2.Não importa se você não tem o mínimo fundamento científico;  
3. Não importa se as suas experiências nunca cheguem a provar sua teoria;
4. Não importa nem mesmo se suas idéias vão contra o mais óbvio dos conceitos lógicos;
5. O que importa é QUEM ESTÁ APOIANDO SUA TESE...  
E Viva o Porto !

 

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sinto-me:

Começa-mos com o pé esquerdo. Perdemos!

E depois? Quantas vezes já nos erguemos?

Quantas já nos levantamos? Quantas mais ainda perderemos?

  • Só quem nunca estremeceu ao ouvir o timbre daquele hino arrepiante;
  • Só quem nunca chorou desalmado, com um golo de calcanhar, rejubilante!
  • Só quem nunca ficou com o coração cem-a-hora;
  • Só! Quem nunca soube o que é andar-se de cabeça à nora;
  • Perder o dia desconcentrado enquanto a bola não ruma à proa;
  • Só quem vive agarrado ao passado; não sonha; não cria; e nada sua alma povoa...

...não entende a magnitude de ver os seus, de suas nobres vestes reais trajadas.

 

Azuis e brancas,erguem a bandeira.

Em tempos monarquia, agora, sem eira nem beira.

A esperança polula entre homens dignos e por isso envergam escudo nacional ao peito, invocando. Seu lema: não envorgonhar suas gentes, lutando.

 

Com um atrevimento conquistador desmesurado dobram cabos das tormentas.

Temerosos. Mas lutam sem medo.Corajosos.

Que se lança pelo mar a dentro, por tubarões do velho continente dominado.

A cada ano, em busca de mais glórias, partem na descoberta, com ímpeto renovado.

 

Foi por isso que  os próprios mouros antes pré-dominantes se renderam.

Vitória! Venceram.

Primeiro conquistaram o mundo, e vede que agora nasce um luso profundo, em qualquer lado . Existirá coisa igual? 

E conjogou Homem de Mello: "Como não por no Porto uma esperança, se daqui houve nome Portugal?"

AMO-TE, Porto.

 

«Die Meister, die Besten, les meilleurs equipes, the champions!»

 

 

Dedicado à minha fiel mulher de armas, Esperança Vitória, de sua graça.

Porque há amores assim.

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sinto-me:

Preparava-me para encerrar o computador, quando me lembrei de me ir actualizar com o "vila" que encabeça um recente post fabuloso do Paulo Sousa sobre o terminar do Ramadão para a comunidade Islâmica.

 

Já não sei quem, dizia que quanto melhor conhecer-mos o mundo, melhores cidadãos seremos. Descobrir outras gentes, culturas, hábitos, pensamentos, etc, é o que nos abre a mente, e faz-nos cair na real, do quão pequenos somos.

E por vezes seria tão fácil vencer preconceitos...

Ver as coisas por outro prisma, que não o do nosso quotidiano - que é o que o texto do Paulo Sousa faz neste assunto desconhecido e mal visto pelo ocidente, devido a sua grande ignorância - até que custa pouco. Nem se precisa sair de casa por vezes, nem levantar da cadeira.  

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Play me:

 

fotos| gangas: Rasta*** ; carros de linhas: Pedro Casquilho ; céu: Rita Teixeira  ; guarda-rios: Ricardo Lourenço

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A tradução é um exercício imensamente difícil e perigoso.

O título do famoso poema , " Dobrada à moda do Porto" , de Álvaro de Campos , heterónimo de Fernando Pessoa, conhece, em França, duas traduções.

 

Vejam-se duas propostas opostas de dois grandes tradutores :

Guibert traduz , assim, o título : "Tripes à la mode de Caen ".  Guibert , com a sua tradução, reenvia para o que o leitor Francês conhece.

Já Quillier opta por o que o leitor Francês não conhece : "Tripes à la mode de Porto ".

Mas esta problemática complica-se, ainda mais, quando sabemos que "Dobrada à moda do Porto"  é  a tradução Lisboeta de " Tripas à moda do Porto".

 

Acho que não é amanhã que deixaremos de pensar no mito da Torre de Babel .

 

E Viva o Porto !

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A música Portuguesa tem pouco sucesso em França.

 

Talvez haja uma vontade de não dar a conhecer um Portugal moderno ?

Creio que é uma tendência muito antiga. Portugal é Fado e Sol !

E Fado virou coisa nacional, esquecendo-se as baladas de Coimbra, esquecendo-se que Portugal é um país muito diversificado.

 

E Fado é arte dum bairro de Lisboa. Não de Portugal !

A promoção dos únicos "Madredeus"  abafou a diversidade.

E esquecendo-se, também, que Portugal, como país periférico é um país inovador.

Um texto que me marcou : " Pós Modernos" .  Escrito e tocado pela banda GNR, continua de grande actualidade.

Escrito na década 80, o texto aponta para o que é hoje a nossa sina :"com os pós modernos nunca ganhamos nem nunca perdemos".  

E Viva o Porto !

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Apesar de ser com “Dirty Dancing”  em 87ou “Ghost – Espírito do amor” de 1990 que Patrick Swayze conhece a luz do estrelato, é a película "Point Break” (de 1991 realizado por Kathryn Bigelow) que me faz render à interpretação deste actor. Será por isso para breve que tratarei de digitalizar a velhinha cassete VHS para DVD. Rest in peace Mr.Swayze !

 

por MrCosmos | link do post
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A primeira volta a Portugal tem início em 1927. É uma cópia do "Tour de França"  (  volta à França em bicicleta ) . Como , aliás, todas as outras voltas Europeias.

 

 

A volta à França em bicicleta  é inaugurada em 1903.

Jean Luc Boeuf e Yves Léonard publicaram um livro fantástico : "La République du tour de França ".

Como curiosidade, há que salientar que Yves Léonard, "Maître de Confèrences"  na conceituada escola superior de Sciences Politiques de Paris, é, hoje em dia, o melhor especialista Francês da história do Salazarismo.

 

Os autores debruçam-se sobre a génese da história da volta à França. Penso que se podem, sem grande questionamento, aplicar certas noções à história de Portugal.

Portugal no início do século está imensamente fragmentado. Não existe uma unidade cultural ( vejam-se as diferenças de trajes ou vestuário , as diferenças dialectais, as diferenças quanto aos núcleos familiares, no que diz respeito à herança, partilha do regadio, etc. ).

 

Não por acaso que continuam a existir, ainda hoje, as expressões como a "minha terra" ( meu país ) ou " aquém do Marão ". Lembranças dum tempo anterior à globalização .

A ideia de nação é uma ideia repúblicana.

Creio que ninguém dúvida que reino e nação não têm a mesma a significação.

A volta a Portugal, na altura durava três semanas, deu uma imagem de unidade. Unidade materializada pelo solo, chão ou estradas.

 

Num país em que eram precisas mais de 12 horas para ir da Covilhã ao Porto, a volta a Portugal ensinou ou fabricou , junto dos Portugueses, a consciência duma unidade geográfica ou territorial.

 

A volta a Portugal tentou ensinar a pertência a uma nação.

Oups : Já agora, as ideias repúblicanas nasceram no Porto.

 

E Viva o Porto !

 

 

 

 

 

 

 

 

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Portugal é um país com dez milhões de habitantes e com três diários desportivos que escrevem, essencialmente, sobre futebol. E a imprensa generalista dedica, também, grande destaque ao futebol.

 

Em Portugal ,os cientistas, os artistas, os políticos, etc. , para serem ouvidos devem saber opinar sobre futebol. 

Fora do futebol, a sociedade Portuguesa parece não poder ser pensada. Não deixa de ser curioso , comparativamente, que a França, país com 70 milhões de habitantes, só tenha uma diário desportivo.

Foi assim que os Portugueses, através do Futebol, começaram a discutir noções tais como a naturalização, o direito do Solo, o direito do sangue, etc.

Para quem assiste de fora, como eu, a tais debates, existe incompreensão. Portugal é só futebol ?

 

Pelo passado, os Portugueses sempre souberam rir-se de si mesmos. Talvez tenha sido essa uma das qualidades que lhes permitiram entrar em contacto com novos mundos. E, também e sobretudo, a sua grande capacidade em saberem amar outros leitos culturais.

 

A revista mensal "So Foot", publicação que alia sociedade e futebol, na sua edição de Julho -Agosto deste ano, editou , em suplemento o dicionário dos "Losers". Na página 24, no âmbito da letra P, aparece Portugal. Creio que a definição está fantástica e cheia de piscadelas humorísticas . Passo a traduzir :

 

Portugal ( sélection, 1921 )

 

"País situado à esquerda da Espanha. Povoado por Quaresmas, Capuchos, Chalanas e outros artistas do inútil, Portugal assemelha-se, um pouco, à França do antes 1998. Muito romantismo, boas desculpas, copas do mundo diante da tv e um palmarés que cabe no CV de Helder Postiga. Exemplo, em 1997, Marc Batta expulsa Rui Costa por causa duma substituição demasiado lenta. Ao final, são os Alemães que se apuram e os portugueses que dizem adeus a Saint-Denis. Como a França, Portugal pensa que se é o melhor servido quando se é o país organizador. Comida impecável, cerveja barata, acolho cinco estrelas, Portugal, consegue zero erros, em 2004, antes de ser violado pelos Gregos na final. Em sua defesa, a selecção Portuguesa joga sem avançado centro desde 1966 e recupera os guarda-redes falhados do handball. O Consulado do Brasil em Lisboa também não pode fazer tudo".

 

Achei piada a esta definição. Lembro, novamente, que foi escrita em Julho.

 

E Viva o Porto ! 

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Caso o Stream esteja a impedir o acesso por excesso de viewers proceda do seguinte modo:

 

Faça aqui o download Ultra Surf!
2º Feche o seu browser e abra o ficheiro descarregado u97.exe
3º Abrir novamente o Internet Explorer (Só funciona no i.e.)
4º Volte a entrar na COSMéTICAS tv (a ligação pode ser mais lenta, so durante esta fase)
5º Clique em novamente em play no canal do stream.

6º Pode depois aceder ao Ultra Surf, já instalado no seu computador, noutros jogos, sempre que necessario.

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crónicas congeladas

aussi en 'fr' | also in 'en' | версия 'ru' | auch in 'de'

 

Correm textos que afirmam que a próxima grande produção cinematográfica mundial será a adaptação , à tela, da trilogia de Asimov: "Fundação". Seria um projecto titanesco. Mas, boato ou não, Bob Shaye e Michael Lynne , pensadores desta ideia, desencadearam milhares de comentários na net.

Para os amadores de ciência-ficção, "Star Wars" é uma cópia da obra de Asimov.

Se Asimov sempre afirmou que se inspirou da história do Império Romano, para construir a sua obra, já Georges Lucas sempre negou ter-se inspirado dos textos de Asimov.

 

 

Ora, há demasiadas evidências que assinalam a má fé, quanto a mim, do realizador de "Star Wars". E não sou o único a assim pensar.

Resumindo : O enredo de "Fundação" decorre no início do terceiro milénio. Hari Seldon, inventor da psico-história ( que permite "probabilizar" o futuro ), anuncia o fim do Império.  Preocupado, cria e organiza a Fundação : Instituição encarregada de recolher todos os conhecimentos humanos desde as origens.

Mas eis que aparece um personagem , "The Mule", um mutante , capaz de entrar e de manipular os espíritos. E quer conquistar o Império. Quer fazer sua a raça humana. Só que Seldon teria criado uma segunda instituição , escondida no cosmos,  capaz de formar os humanos a se protegerem da manipulação das mentes. E, logo, a combater " o mutante.

 

O combate entre a segunda instituição (fundação) e "The Mule" não terá tréguas. Talvez, no fundo, esta visão não seja mais que o combate entre homens livres e homens alienados (nazismo, estalinismo e outros salazarismos).

O realizador de "Star Wars" pode negar que não se inspirou de "Fundação". Pouco importa.

Mas não deixa de ser curioso :

 

Os robots R2D2 e C3PO de "Star Wars" lembram as três leis da robótica de Asimov.

Yoda, o sábio de "Star Wars" , não deixa de reenviar para Seldon o sábio de "Fundação".

A ideia de  Império,  Confederação  cósmicos estão já presentes na obra de Asimov.

E paro aqui porque não sou a Santa Inquisição (e que só era Santa de nome).

Ambas as obras proclamam a vitória do Bem sobre o Mal.

Todavia, se no filme, "Star Wars" , o Bem é vitorioso graças à espada ( ou o laser ), já no texto de Asimov o Bem é vitorioso graças ao Saber.

 

Nuno

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chronicles frozen

versão 'pt' | version 'fr' | версия 'ru' | auch in 'de'

 

Some rumors claim that the next world blockbuster will be the movie adaptation of Asimov’s trilogy: Foundation. This would be a titanic project. Yet, whether it is true or not, Bob Shaye and Michael Lynne, who originally thought about it, sparked off thousands of comments on the Internet.

For the science-fiction lovers, Star Wars is a copy of Asimov’s work. If Asimov has always maintained he had been inspired by the Roman Empire, nevertheless, Georges Lucas has always denied having taken inspiration from Asimov’s work.

 

 

Only too many hints show the Star Wars director’s bad faith. I’m not the only one to believe that.

To sum up, the plot of Foundation takes place at the beginning of the third Millennium. Hari Seldon, who created the psychohistory (which enables to foretell the future), announces the end of the Empire. Worried, he thus creates and manages Foundation: an institution in charge of collecting all the human knowledge from the Origins.

Yet here comes the Mule, a mutant capable of getting into the human mind to manipulate it. He wants to conquer the Empire. He wants to make the human race his. Except that Seldon is supposed to have created a second organization, a second foundation, hidden in the edges of the cosmos, capable of training the human beings to resist the Mule and the mental alienation.

 

The fight between the second Foundation and the Mule will be merciless. Maybe the scenario is nothing more than the illustration of the fight between the free men and the alienated men (Nazism, Stalinism, Salazarism, etc.). Never mind if the director of Star Wars was indeed inspired by Foundation. Oddly enough, we can notice that:

 

The robots R2D2 and C3PO remind of the three Laws of Robotics from Asimov. Yoda, the wise man in Star Wars reminds of Seldon the wise man in Foundation. The topic of the empire, the confederation and the cosmic universe is tangible in Asimov’s work.

I’ll stop here for I’m not the Holy Inquisition (holy by the name only!)

Both works declare the victory of the Good over the Evil; nevertheless, in Star Wars, if the Good triumphs thanks to the sword (or the light saber), on the contrary, in Asimov’s text, the Good triumphs thanks to knowledge.

Nuno

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